Um pouco sobre a minha jornada na Yoga

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Oi gente linda! Hoje meu post vai ser bem pessoal… Quero contar um pouco sobre como tem sido meu caminho dentro da yoga.

Por volta de 2011/2012 tive meu primeiro contato em uma aula experimental. Depois disso, fiz algumas aulas esporádicas e tentava algumas posturas vendo vídeos no Youtube. Só coisas simples, porque sempre estive atenta às limitações do meu próprio corpo e nunca quis tentar nada ousado sem ajuda ou supervisão.

Em 2014 consegui começar a criar uma rotina em casa mesmo e fui sentindo que aquilo me dava uma sensação de paz muito grande! E eu ainda achava incrível como as práticas me faziam estar cada vez mais atenta ao meu corpo a ponto de aprender a ouvi-lo de uma forma linda.

Por volta, ainda, de 2014/2015 comecei a fazer aulas. Vi que, ao contrário do que eu supunha, faz uma diferença bem grande ter um instrutor na sua frente. Não só pela prática em si, mas especialmente porque eu percebi que yoga vai muito além da prática dos ásanas (posturas). As trocas com a professora (Thais <3) e com outras alunas (Mariiiii) muitas vezes eram a parte mais importante.

Por caminhos da vida, tive que parar com as aulas, mas continuei praticando, tentava ir sempre em práticas gratuitas pela cidade e lia um pouco mais do que antes sobre o que ia além dos ásanas.

Até que 2017 me presenteou com uma das coisas pelas quais sou mais grata nessa vida… O Curso de Formação. A cada módulo eu aprendo mais. A cada módulo me apaixono mais. A cada prática, leitura, troca eu sinto mais forte dentro de mim que esse é um caminho sem volta. E mais do que isso: é a melhor escolha que eu poderia fazer!

Por um longo tempo eu achei que tivesse perdido completamente o gosto que sentia por estudar quando estava na escola, mas descobri que na verdade eu só estava tentando estudar as coisas erradas! Yoga me faz querer deixar muitas coisas menos importantes de lado pra me dedicar a aprender mais e mais. E quanto mais eu aprendo, mais percebo o quanto esse mundo é infinito e maravilhoso!

Sou extremamente grata ao Universo, à Marina (que “me fez” começar esse curso), à Shanti (que admiro cada dia mais) e à todos outros professores e companheiros de jornada da turma por me permitirem viver tudo isso!

Sinto cada dia mais forte dentro de mim que este é o meu caminho!

Namastê!

🙂

Ps: A foto foi escolhida propositalmente. Adhomuka é uma postura que um dia eu detestei (era muito desafiadora pra mim). Hoje aprendi a amá-la e a energia que sinto nela é maravilhosa!

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Inspirações da semana [24]

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Oi, gente! Tudo bem com vocês?

Hoje é dia de mais um post para compartilhar as nossas inspirações com vocês!

Vamos lá?

Bom restinho de semana! 🙂

Reencontro

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Por diversas vezes achei que seria muito difícil. Que eu não iria conseguir e que a vida me venceria por eu ser tão fraca e indefesa.

Por muito tempo pensei que tivesse nascido para sofrer, e só. Me coloquei como vítima da minha própria existência e me deixei dominar por pensamentos e hábitos negativos e viciosos que me fizeram combalir e revoltar contra a vida, contra Deus ou o Universo (ou qualquer nome que vocês queiram dar).

Durante muitas noites insones me questionei porque eu estaria aqui, neste momento, se a minha existência era dor constante. Porque a dor era só o que eu conseguia enxergar.

Por muitos anos me identifiquei, orgulhosa de mim, como alguém dependente de auxílio constante para viver. Para cada pequena conquista necessitava de alguém para aprovar, e a cada desafio, implorava por mãos me sustentando para que eu pudesse enfrentar.

Carregava comigo, em cada passo, uma bengala emocional nas cordas bambas da vida, indo de um lado para o outro, me equilibrando e apoiando no outro, que responsabilizava pelas minhas quedas e fracassos.

Por muito tempo me esqueci mim.

Mas depois de muitos erros e tropeços pude, finalmente, me reencontrar.

Foi um reencontro emocionado, saudoso e regado de amor. Mergulhei lá dentro do meu ser e, sem medo, enfrentei inúmeras sombras de rostos desfigurados; batalhei constantemente com os meus opostos desencontrados até poder reuni-los novamente e sermos um só. E a cada vez que eles se separam, lá vou eu lutar para uni-los novamente, até que percebo que, se falta um, o outro sequer existe.

Foi o reencontro mais lindo que já presenciei.

E quando por um pequeno descuido me esqueço novamente, me lembro da leveza que sinto quando posso seguir junto de mim, imersa em meu ser e seguindo os meus próprios passos, confiante de que o meu suporte está aqui dentro.

E hoje sei que diante das dores, dificuldades e pedras no caminho, dentro de mim está a minha cura. E posso mergulhar, sem medo, até encontrá-la.

Vai passar!

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Hoje estou aqui pra dizer a você que essa dor que está aí dentro, apertando seu peito, vai passar. Qualquer que seja ela, não vai durar pra sempre (mesmo que pareça). E afirmo isso com “conhecimento de causa”.

Já senti dores dilacerantes, já achei que o sofrimento nunca passaria, que eu só teria que aprender a conviver com ele. Mas a verdade não é tão dura assim. Independente do motivo da sua dor, sorria agora e lembre-se que ela não vai durar eternamente.

Pegue sua dor no colo, olhe no fundo dos olhos dela e pergunte: “o que você quer me ensinar?”. Se não encontrar a resposta de imediato está tudo bem. Na hora certa ela virá. Acolha a sua dor, aceite senti-la e não tente fugir. Isso faz parte da vida, faz parte do seu processo de cura.

Seja lá o que estiver sentindo, nunca é errado sentir. Se permita. E isso não significa se entregar à dor. Significa apenas que você tem maturidade suficiente pra não brigar com o momento presente.

Mas quando o momento chegar, saiba também entregar, deixá-la ir. Algumas vezes nos apegamos até mesmo ao que é “ruim”. Quem seria eu sem isso que fez parte de mim por tanto tempo? Será uma pessoa nova, como podemos ser a cada dia. Quando a dor passar, se permita ser feliz! Você merece!

Namastê! 🙂

Ps.: Estamos voltando, gente!

Inspirações da semana [22]

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Oi, gente! Tudo bem com vocês?

Vamos de inspirações da semana?

Bom restinho de semana para vocês! 🙂

Inspirações da semana [21]

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Oi gente, bom dia! 🙂

Sei que andamos meio sumidas daqui, mas não desistam da gente… Estamos nos organizando pra voltar ❤

Vamos começar nos inspirando?

Nos vemos em breve!

Namastê!

A importância da autoaceitação

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Quando entramos no processo de autoconhecimento, por vezes pode ser muito difícil aceitarmos nossas limitações. Entramos em contato com a pior parte de nós e nem sempre é fácil lidar com isso. Porém, antes de mudarmos qualquer coisa, precisamos tomar consciência de quem somos e nos aceitar. Tanto no presente, quanto aceitar quem fomos no passado. Assim como agora vivemos de acordo com as nossas possibilidades (em todos os sentidos), no passado também era assim.

Em alguns momentos já me vi arrependida por conta de atitudes passadas e me peguei pensando que se pudesse voltar no tempo teria feito diferente. Todavia existem dois problemas nisso: o primeiro é que obviamente isso não é possível (ao menos no momento atual); e o segundo é que não faz o menor sentido olhar com os olhos de hoje para algo que fiz no passado, simplesmente porque eu não era a mesma.

Isso me leva a pensar que é importantíssimo olharmos para nós mesmos com amor e nos aceitarmos. Seja nosso eu de ontem, seja nosso eu de agora. Antes de pensarmos no que energias externas podem nos causar, por exemplo, devemos levar em conta o que nós mesmos estamos fazendo conosco ao brigarmos com quem somos.

Quando nos culpamos por quem somos justamente pela falta de autoaceitação, acabamos potencializando o que queremos negar, porque a verdade é que tudo que negamos aumenta. É por isso que quando você não aceita algo em si acaba enxergando muito disso no outro. Precisamos lidar com nossas sombras e isso começa na autoaceitação.

Importante lembrarmos também que não estou falando aqui de preguiça de mudar, autoaceitar-se significa lembrar a si mesmo que por enquanto você não consegue ser exatamente como gostaria em todos os momentos, mas que você vai alimentar isso em si para que um dia esses momentos se tornem predominantes em sua vida.

A autoaceitação é uma parte importante do auto-amor. Significa você ter consciência das suas próprias limitações e aceitar que até aquele momento você não conseguia agir de outra forma. E isso é maravilhoso! Precisamos nos cuidar, nos tratar com carinho e com paciência. Mudar dói, crescer espiritual e emocionalmente é trabalhoso e não é da noite para o dia. Lembre-mo-nos disso!

Namastê!

🙂