Inspirações da semana [20]

learning-to-fly

Oi genteeee, tudo bem?

Hoje é dia 😀

Vamos nos inspirar?

Façamos uma linda semana!

Namastê!

🙂

Anúncios

A importância da autoaceitação

beleza-e-paciencia

Quando entramos no processo de autoconhecimento, por vezes pode ser muito difícil aceitarmos nossas limitações. Entramos em contato com a pior parte de nós e nem sempre é fácil lidar com isso. Porém, antes de mudarmos qualquer coisa, precisamos tomar consciência de quem somos e nos aceitar. Tanto no presente, quanto aceitar quem fomos no passado. Assim como agora vivemos de acordo com as nossas possibilidades (em todos os sentidos), no passado também era assim.

Em alguns momentos já me vi arrependida por conta de atitudes passadas e me peguei pensando que se pudesse voltar no tempo teria feito diferente. Todavia existem dois problemas nisso: o primeiro é que obviamente isso não é possível (ao menos no momento atual); e o segundo é que não faz o menor sentido olhar com os olhos de hoje para algo que fiz no passado, simplesmente porque eu não era a mesma.

Isso me leva a pensar que é importantíssimo olharmos para nós mesmos com amor e nos aceitarmos. Seja nosso eu de ontem, seja nosso eu de agora. Antes de pensarmos no que energias externas podem nos causar, por exemplo, devemos levar em conta o que nós mesmos estamos fazendo conosco ao brigarmos com quem somos.

Quando nos culpamos por quem somos justamente pela falta de autoaceitação, acabamos potencializando o que queremos negar, porque a verdade é que tudo que negamos aumenta. É por isso que quando você não aceita algo em si acaba enxergando muito disso no outro. Precisamos lidar com nossas sombras e isso começa na autoaceitação.

Importante lembrarmos também que não estou falando aqui de preguiça de mudar, autoaceitar-se significa lembrar a si mesmo que por enquanto você não consegue ser exatamente como gostaria em todos os momentos, mas que você vai alimentar isso em si para que um dia esses momentos se tornem predominantes em sua vida.

A autoaceitação é uma parte importante do auto-amor. Significa você ter consciência das suas próprias limitações e aceitar que até aquele momento você não conseguia agir de outra forma. E isso é maravilhoso! Precisamos nos cuidar, nos tratar com carinho e com paciência. Mudar dói, crescer espiritual e emocionalmente é trabalhoso e não é da noite para o dia. Lembre-mo-nos disso!

Namastê!

🙂

Simplicidade voluntária: minhas experiências

Por diversas vezes me peguei pensando no quanto gostaria de estar vivendo uma vida silenciosa no campo, morando em uma casa pequena e simples, rodeada pela natureza, pelos animais e cercada pelo silêncio.

Muitas vezes associei o conceito de simplicidade a uma vida assim. Mas com o tempo percebi que não é necessário que eu viva nessas condições para que encontre a paz e o equilíbrio interior. Com certeza há muitas pessoas que vivem dessa forma, mas que, interiormente, não levam uma vida simples e consciente, tomadas por estresse, preocupações e pesos desnecessários. O exterior, nesse caso, não auxilia em seu crescimento interior, e o ambiente que as cerca em nada ajuda a se manter em equilíbrio.

Moro no centro de uma cidade não tão grande, com uma média de 500 mil habitantes. É um ótimo lugar para se morar, já que temos algumas oportunidades e opções de lazer que não encontraria em uma cidade pequena.

IMG_2787

Juiz de Fora vista do Mirante do Morro do Cristo

Vira e mexe me pego pensando no quanto gostaria de ter um cantinho para entrar em contato com a natureza, fazer Yoga, meditar, ler… e esses dias percebi que, na verdade, sou muito privilegiada. E tive essa percepção apenas com uma mudança de ponto de vista.

Moro no centro da cidade e sempre vi isso como um problema, apesar de considerar a minha rua uma das mais tranquilas. O movimento de carros e pessoas é contínuo durante a semana, mas do meu quarto consigo ouvir os passarinhos cantarem ao longo de todo o dia na minha janela. Inclusive acordo com o seu canto todos os dias, e enquanto escrevo esse texto eles fazem uma sinfonia por aqui.

Passarinho edit

Eu só preciso escolher para onde voltar o meu foco: para o seu canto que me tranquiliza ou para os carros e movimento das pessoas na rua que me trazem agitação e ansiedade.

Além disso, por morar no centro, tenho várias possibilidades a minha disposição. Estando próxima a vários pontos de ônibus, posso me locomover para qualquer lugar. Isso me proporciona com muita facilidade ir a parques e lugares cercados pela natureza.

É disso que se trata a simplicidade voluntária. Não é necessário que vivamos no campo ou em meio à natureza para que nos sintamos plenos e tranquilos; é possível encontrar formas de ser simples e viver uma vida mais tranquila em meio ao “caos” urbano. O que importa é o quanto você encontra interiormente essa simplicidade e permite que ela transforme a sua vida.

Viver de forma simples e consciente é uma escolha que independe dos fatores exteriores a você. E por muitas vezes nos prendemos a esses conceitos, o que nos desestimula a viver a simplicidade.

Podemos aproveitar pequenas coisas. Em vez de reclamar pelo que não é possível ter neste momento, passemos a apreciar o que está a nossa disposição. Pela janela podemos ver o céu azul, ouvir o canto dos passarinhos e, mesmo que por uma pequena fresta, podemos sentir o sol enquanto respiramos, meditamos ou fazemos uma leitura. Muitas vezes não damos valor aos patrimônios públicos, mas os parques estão a nossa disposição para um passeio ou uma caminhada antes ou depois do expediente de trabalho e/ou durante o final de semana.

Não crie empecilhos. Se precisa de ônibus para se locomover até lá, vá ouvindo uma música que você goste. Ao chegar, leia um livro, respire o ar puro, observe atentamente as inúmeras pequenas belezas ao seu redor, caminhe meditativamente entre as árvores e se permita ser preenchido pela energia revigorante da natureza.

IMG_1831

Parque da Lajinha / Juiz de Fora

Snapseed

Museu Mariano Procópio / Juiz de Fora

Ou aprecie o por do sol em um mirante ou em um ponto alto da cidade…

IMG_1787

Snapseed (1)

Vista do ICH na Universidade Federal de Juiz de Fora

Observe a perfeição do que nos cerca e seja grato por ser parte disso.

Essas últimas fotos foram só alguns exemplos do que vivenciei nessa ultima semana; do que me permiti perceber e apreciar. Mas você pode também descobrir esses recursos, aonde quer que esteja.

Esteja atento e aproveite tudo o que tem à disposição e que, por muitas vezes, passa despercebido. Não se prenda a padrões relacionados ao estilo de vida que você deseja viver. Apenas viva, e você irá perceber que os recursos estão disponíveis a sua volta. Só depende de você percebê-los.

Inspirações da semana [18]

beautiful-inspiration-traveler-rock-landscape-sky-other1

Oi, gente! Como vocês estão?

Sei que andamos meio sumidas, mas aos poucos vamos retomando as coisas por aqui. É melhor que seja assim, porque se fizermos só por obrigação não vai ser com todo amor que temos pra oferecer 🙂

Hoje vamos compartilhar algumas das coisas que nos inspiraram nos últimos dias:

  • Neurocientista do MIT tem uma receita infalível para o estresse ~  Exame
  • A mente ZEN: seja sua respiração no presente ~ Minimus Life
  • O que você está fazendo para se tornar uma pessoa melhor? ~ Descomplica e Simplifica
  • As cores dos dias! ~ Mundo da Alice
  • Por que a gente precisa parar de brigar com o AGORA ~ Nowmastê
  • A insuportável mania de dizer Não tenho tempo! ~ Obvious

 

Ótimo final de semana 😀

Sobre a morte e outras despedidas

photo-o-que-fazer-em-caso-de-morte-1280x580

Quando pensamos em desapego, isso não está relacionado apenas a coisas e situações, mas também a pessoas… E essa pode ser a parte mais difícil de conseguir alcançar.

Acredito que devemos nos entregar de corpo e alma às relações (todas elas) e o desapego não significa não se importar, mas saber quando é hora de deixar a pessoa partir, seja por uma decisão dela ou porque o Universo quis que ela se juntasse a ele mais profundamente através da morte.

É muito triste ver como algumas pessoas se apegam tanto a ponto de forçar a permanência do outro em suas vidas. Quando alguém está muito doente, por exemplo, e o que mais se pede é que aquela pessoa não morra, a energia se torna tão pesada e densa, que parece até forçar o outro a ficar algumas vezes. Não sei até que ponto isso é possível, mas com certeza um apego desses torna o processo de luto muito mais difícil.

É tão triste ver quem amamos doente, sofrendo… Mas muitas pessoas parecem achar que a morte é mais triste. Eu sinceramente acho isso um tanto egoísta, porque você quer tanto aquela pessoa em sua vida que não importa nem o preço que ela vai pagar pra permanecer.

Enfim, não escrevo isso com a intenção de julgar ninguém nem de dizer como devem se portar diante de situações tão difíceis, mas para fazer pensar. A morte faz parte da vida e precisamos aprender a deixar aqueles que amamos irem, mesmo que isso signifique nosso sofrimento. Afinal, eles sempre ficam dentro de nós, independente de onde estejam.

Namastê!

🙂

Expectativas

early-start

Qual é a expectativa que temos criado em relação às pessoas que convivemos?

Lanço essa pergunta porque a tenho feito para mim mesma ao longo de todo esse ano. Decidi, na virada de 2017, que esse seria o ano em que trabalharia essa expectativa constante que deposito no outro.

Sempre culpei todos por me machucarem, simplesmente por não corresponderem àquilo que eu esperava. Pequenas atitudes, nem sempre intencionalmente ruins, sempre me magoaram demais, e eu tive que aprender a lidar com isso durante a vida para não me magoar tanto.

Muitas vezes ainda me pego decepcionada com as pessoas e culpando-as por fazerem algum mal a mim, mesmo sabendo que esse mal sou eu mesma quem crio quando espero algo diferente delas.

Foi depois de muitas decepções que aprendi que quando esperamos que as pessoas ajam de um jeito conosco, além de estarmos desrespeitando a sua maneira de ser, nós é que sempre vamos nos magoar. Somos todos diferentes: temos percepções e formas diversas de nos colocarmos no mundo. Algo que me deixa triste não causa o mesmo em você, necessariamente.

Foi com essa percepção que consegui finalmente aprender a compreender verdadeiramente as pessoas. Ainda estou aprendendo, porque é um hábito e não se desenvolve de uma hora para a outra.

Temos a tendência de reagir agressivamente sempre que somos magoados por qualquer motivo. Mas, como já disse acima, muitas das vezes a intenção do outro não foi a de causar isso em nós. Ainda assim reagimos intempestivamente, brigamos e acusamos. E se não o fazemos verbalmente, fazemos dentro de nós. Então, que tal começarmos a nos colocar mais no lugar do outro?

Se alguém age de uma forma que você não concorda, se habitue a analisar a situação antes de reagir. Se conscientize do que te magoou e busque primeiramente em você o motivo que pode ter gerado a mágoa. Ao mesmo tempo, tente se colocar no lugar daquele que te ofendeu. Talvez ele esteja vivendo um dia ou momento ruim; então precisamos sempre agir agressivamente só porque nos sentimos ofendidos? Por que não tentamos compreender antes de revidar a ofensa? Não é assim que gostaríamos que agissem conosco quando também estivermos passando por uma fase difícil?

Não criar expectativas é, além de tudo, aceitar o outro nas suas diferenças. E ainda bem que elas existem, porque nos mostram que nem sempre a vida vai corresponder à tudo que esperamos dela. E, assim como das pessoas, sempre vamos nos preservar quando não criamos grandes ilusões, porque nem sempre o que esperamos é o que vamos receber, ainda que nos esforcemos para isso.

É preciso também deixar ir, ainda que tenhamos todas as possibilidades de criar o nosso futuro e as nossas relações da forma como desejamos. E principalmente aceitar que nem sempre o que esperamos é o que vai ocorrer, porque não temos o controle de tudo.

Façamos o que está ao nosso alcance: a nossa parte. E deixemos que a vida se encarregue de trazer o que está guardado para nós.

 

E o caminho profissional, como está?

dicas-escolher-profissao-ideal-noticias

Eu tenho “quase 30”. E você que me lê?

Quando se chega nessa idade, parece existir uma forte pressão pare definir o que vamos fazer da vida. Isso antes era cobrado bem mais cedo, porque as pessoas achavam que fazer faculdade era suficiente para definir as coisas. E embora existam os prodígios que com 20 e poucos já têm um caminho mais ou menos traçado, a verdade é que estamos todos perdidos. Como já escrevi por aqui outras vezes, estamos todos no mesmo barco, tateando em busca de um caminho que nos preencha.

Já tive tantas crises em relação ao meu caminho profissional que não dá nem pra contar. Com certeza cada uma delas me ensinou alguma lição preciosa (como tudo na vida), mas no final das contas a lição mais importante talvez tenha sido a aceitação. Não adianta brigarmos com o presente, não adianta nos revoltarmos, estarmos aqui querendo estar lá. Não vai ser isso que vai mudar nossas vidas. E qualquer mudança que venha a acontecer também não vai ser do dia pra noite. Então precisamos aceitar o presente e acolhê-lo. Vivê-lo com o nosso melhor. E isso vale sim para trabalho. Mesmo aquele que talvez você não goste tanto assim.

Portanto, para mim, a aceitação foi o melhor caminho. Sinto que ainda não encontrei totalmente meu rumo profissional. Tenho muitas ideias e dificuldade de colocá-las em prática (aposto que tem muita gente aí do outro lado se identificando com isso, certo?). Mas aprendi que o momento que estou vivendo é exatamente o que preciso viver e que por mais clichê que possa parecer, o caminho se faz caminhando. É isso que tenho feito. Não me acomodo, mas também não brigo com meu momento profissional atual. Sigo buscando outras coisas e formas de alcançar meu propósito, mas sem odiar o que faço hoje, pelo contrário, aprendi a gostar por várias razões – pelas pessoas, pela oportunidade de me sustentar, pelas portas que podem ser abertas, pela possibilidade de solucionar problemas.

Porém, como essa fase da vida pode ser bem complicadinha, nós mesmos podemos acabar nos cobrando demais uma decisão, um caminho minimamente definitivo e que nos dê satisfação e sustento. Mas a verdade é que isso não parece existir…nem agora e nem nunca. Nada é definitivo e a prova disso é a quantidade de pessoas de todas as idades que mudam de carreira anualmente.

Estamos sempre caminhando. E isso é maravilhoso, porque a vida é maravilhosa! Então continuemos caminhando mesmo, e sem nos cobrar tanto.

Namastê!

🙂

Texto inspirado na postagem da Bruna, do Uma Vida Mais Simples: As coisas por aqui

 

A escalada

ultrapasse-limites

Quantas vezes adiamos para amanhã o primeiro passo para realizarmos um sonho ou simplesmente cumprirmos com aquilo que planejamos para nós mesmos?

Muitas vezes duvidamos de nossas capacidades e nos esquecemos de que temos em nós todo o potencial para a realização do que desejamos. O medo nos bloqueia e a nossa mente nos faz pensar que somos pequenos demais para grandes realizações.

Mas somos grandes. Somos muito maiores do que supomos. O que nos falta, muitas vezes, é apenas dar o primeiro passo.

Quando sonhamos em conquistar algo e nos sentimos fracos e incapazes, ficamos acomodados em um lugar seguro, que é a nossa zona de conforto. Mas dentro dela não alcançamos nada além do que já temos hoje. E posso afirmar que na maior parte das vezes isso não é o suficiente.

Temos a tendência de olhar ansiosos para o futuro e queremos, como em um passe de mágica, que aquilo que está em nossa mente se realize. Nos esquecemos de que é o nosso esforço e a nossa superação que irão nos fortalecer, e de que a nossa conquista só será realmente valiosa se pudermos olhar para trás e valorizar aquilo que nós mesmos construímos. Dessa forma perceberemos a força imensa que carregamos dentro de nós e que tantas vezes nos esquecemos.

Portanto, se você tem dentro de si algo grandioso que acha impossível de ser realizado, se permita olhar para dentro e reconheça que todo o potencial está aí, somente aguardando para ser utilizado. Quantas vezes você achou que não conseguiria e quando precisou, descobriu uma força que jamais imaginou existir? Essa mesma força ainda está dentro de você, latente, pronta para desabrochar.

Comece a caminhada e mantenha os pés firmes, certo de que para alcançar grandes feitos precisamos partir do primeiro passo de uma grande escalada, onde subiremos, pedra por pedra, até chegarmos ao topo. Muitas vezes essa caminhada será exaustiva e enfrentaremos muitas dificuldades, principalmente conosco mesmos e com os nossos monstros internos. Mas quando alcançarmos o cume dessa grande montanha, lá do alto, olharemos para o solo firme que nos sustentava e perceberemos que ali estávamos seguros, mas não poderíamos apreciar a linda vista que temos à frente. Lá, não poderíamos usufruir do silêncio e da paz que sentimos agora.

Aqui do alto podemos olhar para o horizonte e perceber o quanto temos para alcançar. Um horizonte infinito se abre à nossa frente e nos mostra que a vida vai muito além da pequena realidade criada por nós mesmos.

Lá do alto reconheceremos verdadeiramente a nossa infinita potencialidade. E perceberemos que somos capazes de realizar o que quisermos e que podemos, sempre, ir muito além do que um dia imaginamos.