Vamos falar sobre crenças negativas?

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Cresci ouvindo minha mãe falar que as palavras têm poder, que não deveria ficar falando coisas negativas, usar palavras como ódio, raiva e todos os tipos de xingamentos… E pra ser bem sincera, nunca dei muita atenção a isso, nunca me importei de fato com esse ensinamento.

Até que me deparei com diversos vídeos e leituras abordando a questão das crenças negativas. A verdade – pelo menos como a enxergo – é que somos nós que co-criamos a nossa vida, temos responsabilidade sobre o que nos acontece e especialmente sobre a forma como reagimos a isso.

E aí entra a questão das palavras e, mais do que isso, dos pensamentos. Palavras são a verbalização de pensamentos e parece-me que o poder, antes de estar nelas, está neles. Por isso precisamos estar atentos.

Depois que comecei a observar tudo isso com atenção, tanto em relação às minhas próprias crenças quanto observar as crenças de pessoas próximas, notei que de fato elas têm um poder imenso sobre a nossa vida e a forma como co-construímos nossa realidade. Pessoas com crenças limitantes em relação a dinheiro, por exemplo, costumam ter mais problemas com isso.

Se você acredita que a vida é dura, que é uma luta, é isso que você vai experienciar. E não é porque de fato a vida seja difícil pra você, mas principalmente porque é assim que seu cérebro está condicionado a enxergar o que te acontece. Então cada nova oportunidade que surgir em sua vida, será vista como mais uma batalha (e não como uma possibilidade de tentar algo novo, fazer diferente ou tentar novamente algo que não deu certo no passado).

Sempre que penso sobre esses assuntos entro um pouco em “parafuso” e fico com medo de estar simplificando demais a “realidade”, porque existem circunstâncias que parecem ser intrinsecamente difíceis. Mas será mesmo?

Pensemos, então, sobre a morte. Para alguns pode ser doloroso e demorado se reerguer quando algum ente querido “se vai”. Mas a verdade é que, refletindo sobre isso e observando como diversos tipos de pessoas lidam com situações assim, cheguei a uma conclusão interessante: a morte em si é um fato da vida a que todos estamos sujeitos. Não é intrinsecamente triste e horrível. A forma como lidamos é que pode ser assim.

Quando alguém morre podemos olhar pra isso com tristeza e pesar ou podemos enxergar como um alívio para alguém que amamos e que estava em sofrimento (em casos de doenças). Podemos enxergar como uma lição da vida para que valorizemos mais aqueles que ficaram conosco, para percebermos a brevidade de estarmos aqui e fazermos mais da vida do que simplesmente sobreviver e reclamar. Enfim, podemos tirar da morte lições para nossa vida ou apenas sofrermos e nos revoltarmos.

Por isso precisamos buscar conhecer nossas crenças. Quais delas são negativas? Quais delas tem limitado nosso desenvolvimento, nossa evolução? Só a partir do momento em que chegarmos a conhecê-las e aceitá-las, seremos capazes de modificá-las para que novas crenças mais positivas e engrandecedoras possam ocupar o seu lugar.

O autoconhecimento nos liberta!

Namastê!

🙂

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