Sobre rótulos, preconceitos e desconexão

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“Isso só pode ser coisa do povo de humanas”

“Que viadagem”

“Fazer isso é coisa de mulher”

O que essas frases tem em comum? Todas elas denotam preconceito. Todas elas denotam rotulação. Mais do que isso: todas demonstram a incapacidade daquele que fala de enxergar além das próprias ideias e “verdades”.

É chato. É cansativo. Dá preguiça.

Mas o pior de tudo é que quem profere e acredita nesse tipo de coisa esta se limitando de uma maneira que talvez nem perceba.

Você é desses que coloca as pessoas em caixinhas pré-definidas? Vamos refletir um pouco?

Então você está lá vivendo a sua vida numa boa e conhece uma pessoas nova. Algo nessa pessoas te chama a atenção, mas você logo percebe que ela tomou uma atitude que você considera pertencente a uma “categoria de pessoas” que você não gosta. Então você desiste de tentar conhecê-la de fato. Triste, né? Quantas vezes já fez isso?

As reflexões que faço nesse texto me vieram no meio de uma conversa em que me encontrava “indignada” com alguns comentários de amigos sobre uma situação Y. E no final das contas me fez perceber que são essas pessoas que perdem. É você, com todos os seus pré-conceitos e rótulos que está perdendo oportunidades, talvez únicas, de se conectar de maneira mais profunda com outras pessoas.

Todos temos o direito de não gostar de determinadas coisas, de não compactuarmos com certas opiniões ou comportamentos, faz parte do humano discordar. Mas isso não nos dá o direito de desrespeitarmos o outro. Isso não nos dá o direito de apontarmos o dedo para o outro e “cuspir” nossas “verdades”.

As pessoas, todas elas, são muito mais do que você acredita saber. Seja sua opinião positiva ou negativa sempre vai haver mais por descobrir. E é triste que você não se permita.

Com cada ser (humano ou não) que cruze nosso caminho é possível estabelecer uma conexão. COM CADA SER! E é tão bonito buscar essa conexão. É maravilhoso perceber que sempre existe algo a aprender com o outro (nem que seja a não ser como ele em algum sentido).

A pergunta que fica é: por que se limitar se você pode se abrir? Por que rotular se você pode acolher? Por que ser preconceituoso se você pode ter empatia?

Namastê!

🙂

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