Inspirações da semana [36]

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Oi, gente linda! Tudo bem com vocês?

Hoje é dia de compartilharmos as nossas inspirações 🙂

Boas inspirações!

Namastê!

🙂

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Benefícios que o yoga me trouxe

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Em primeiro lugar, quero frisar que yoga vai muito além dos ásanas (posturas). Arrisco dizer que a parte física é a menos importante na minha jornada – sim, este texto é absolutamente pessoal. Para mim, essa arte milenar é uma filosofia/estilo de vida e, mais do que isso, é um caminho espiritual.

No curso de formação, eu me encontrei como nunca antes em minha vida. Foi um encontro profundo comigo mesma, com quem sou, com quem quero ser, um encontro com pessoas, com o mundo, com a percepção de unicidade que é uma das coisas mais incríveis que já vivenciei. Esses, talvez, sejam os benefícios mais incríveis!

Na verdade, eu poderia escrever um livro, mas vou citar apenas algumas coisas que me vem de imediato à mente.

  • Estou me tornando uma pessoa mais leve, carregando menos pesos pela vida (emocionais e físicos) e, por isso, tenho tido mais facilidade de desapegar das coisas e pessoas.
  • Estou aprendendo a fluir mais com a vida. Obviamente, sou humana e tenho meus altos e baixos, mas no geral tenho buscado não me agarrar nem aos sofrimentos e nem às alegrias, afinal, tudo passa.
  • Um dos niyamas (se refere à parte ética do yoga) é “santosha” , que significa contentamento. Por isso estou buscando sempre esse contentamento, que significa que a despeito do que esteja acontecendo externamente (coisas boas ou ruins), por dentro me sinto bem. Dessa forma, encarando os acontecimentos de maneira mais fluida, me sinto mais feliz.
  • Estou respirando melhor. Com o yoga, você adquire uma consciência corporal que não tinha antes. E isso transforma alguns atos muito simples em experiências maravilhosas. O ato de respirar é um deles e com isso você se habitua a uma respiração de muito mais qualidade.
  • Minha autoestima está melhorando diariamente e isso se deve ao fato de que estou desenvolvendo autoamor e autocuidado. Me sinto bem melhor dentro do corpo que me permite experienciar esta vida na Terra. E não apenas isso, estou aprendendo a acolher meus defeitos e saber que é aos poucos que as mudanças positivas vão ocorrer.
  • Em termos de espiritualidade, há tempos não sinto necessidade de ter uma religião. E isso o yoga parece ter reforçado. Minha prática e meus estudos me dão uma sensação tão gostosa de estar no caminho certo e de comunhão com o todo, que é quase como se eu estivesse o tempo todo em prece. Minha vida é espiritual e não preciso de validações externas pra isso.
  • Pra terminar (embora eu pudesse continuar indefinidamente), fisicamente sinto que minha postura está melhorando cada dia mais, tenho menos dores nas costas e me sinto muito mais disposta.

Usei muito gerúndio porque é tudo um processo, um vir a ser, vir a tornar-se. Estou sempre caminhando para algo e o importante é mesmo o caminho.

Você pratica yoga? Adoraria saber o que melhorou na sua vida. Me conta nos comentários?

Namastê!

🙂

Ps: Em breve vou escrever um texto sobre a parte ética do yoga e vai ser lindo falar desse tema ❤

 

 

Que tal pensarmos sobre privilégios?

Hoje é domingo e, pra minha sorte, tenho a oportunidade de estar aqui em frente ao computador pra compartilhar minhas ideias com vocês.

E a verdade é que muitas pessoas não teriam essa oportunidade.

Enquanto temos um teto, uma cama e um prato de comida, alguns lutam diariamente pra conseguir esse mínimo. E isso me faz pensar no quanto somos privilegiados e não nos damos conta disso.

É muito fácil se falar em fazer o que ama, ir em busca dos seus sonhos, ser minimalista, ser vegetariano e mais um tanto de coisas que eu mesma busco e “defendo” quando temos esta ESCOLHA.

Mas é importante lembrarmos que não podemos jogar essas escolhas no colo de quem não pode nem mesmo refletir sobre fazê-las ou não. Acho uma baita crueldade esquecermos disso e agirmos como se fosse fácil pra todo mundo.

Pra algumas pessoas a vida é bem mais dura do que é pra você e pra mim. Não negligenciemos essas outras realidades.

Nem sempre querer é o suficiente. Lembre-mo-nos disso sempre que estivermos prontos a “julgar” realidades tão diferentes das nossas…

 

Ps: Eu tinha uma imagem perfeita pra esse post, mas não consegui encontrá-la por nada…

A linha tênue que separa o auto-amor e a auto-aceitação da autossabotagem

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Algumas semanas atrás comecei um sadhana de 21 dias (aqui, entenda a palavra como uma prática diária espiritual) que consistia em fazer uma meditação ativa específica de 45 minutos.

Nos primeiros dias estava tudo bem. Até que comecei a sentir raiva. Dos sons, dos movimentos, de quase tudo. Comecei a me questionar o que aquilo significava e se eu deveria mesmo permanecer em uma prática que estava aparentemente me fazendo mal.

Então eu parei. Troquei de meditação e reiniciei os 21 dias. Agora, estou recitando um mantra específico 108 vezes. Dura bem menos do que 45 minutos. E eu voltei pra minha zona de conforto. A verdade é que não existe muita dificuldade para mim em sentar e recitar este mantra (que por sinal é um dos que mais gosto).

Para algumas pessoas pode parecer apenas que eu fiz uma escolha que me deixou mais confortável. Mas quem foi que disse que meditação é pra te deixar mais confortável? Não é. E meditação também não é para “relaxar”.

“Se você sente muita resistência à meditação isso significa simplesmente que no fundo sua mente está alerta a algo que pode acontecer e mudar toda a sua vida. Você tem medo de renascer (…). Meditar nada mais é do que tentar limpar o seu ser, tentar se tornar novo e jovem, tentar ficar mais vivo e mais alerta. Se você tem medo da meditação é porque você tem medo da vida”. (Osho – A música mais antiga do universo)

O que isso quer dizer? Que algo realmente poderia sair daquele sadhana. Inclusive descobri porque sentia raiva. Vi que algumas coisas que decidi logo depois desses poucos dias iniciais vieram como consequência dessa meditação específica.

E é por isso que estou aqui compartilhando essa experiência com vocês. Porque percebi que nem sempre aceitar algumas coisas em nós significa nos amarmos. Algumas vezes significa apenas que preferimos permanecer na nossa zona de conforto, onde já estamos acostumados a estar e onde nada muda.

Por isso quanto mais o tempo passa, mais aumenta minha certeza de que precisamos sempre buscar o autoconhecimento, porque é apenas através dele que vamos perceber se nossa atitude diante de determinadas situações é sinal de auto-aceitação e auto-amor ou se é apenas autossabotagem.

Você já passou por alguma situação que te fizesse pensar sobre isso? Conta nos comentários.

Namastê!

🙂

Feliz ano novo!

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Último dia do ano. Cheio de muitos clichês. Mas me diga: muda alguma coisa pra você? Vamos virar mais um calendário e como você lida com isso? Vai permanecer insatisfeito com a sua vida, apenas reclamando das pessoas e das circunstâncias ou vai começar uma mudança?

A verdade é que nada muda, mas ao mesmo tempo tudo pode mudar. Você sente a egrégora energética dessa virada do ano? Pra mim existe sim uma energia diferente. Por mais que daqui a duas semanas ou um mês muita gente já tenha esquecido das famosas resoluções de ano novo, eu e você podemos ser as pessoas a não deixar essa energia de mudança de lado.

Por isso, a proposta que eu tenho hoje é que você reflita com carinho e com os pés no chão. Veja o que deseja mudar na sua vida, o que deseja mudar em você e comece! Faça um planejamento, divida seus sonhos em metas menores e não desista! 2018 pode ser incrível! Não por ser ano novo, mas por ser um novo você!

Eu já fiz meus planos e estou super animada. Vamos juntos criar uma vida linda?

Feliz 2018! Feliz você novo!

Namastê!

🙂

Inspirações da semana [30]

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Oi lindezas, tudo bem?

Vamos nos inspirar um pouco hoje? 🙂

Um final de ano inspirador pra todos vocês!

Namastê!

🙂

Vamos falar de Ano Novo e relação com dinheiro?

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Acho que muita gente, quando chega Dezembro, acaba ficando mais introspectiva, refletindo sobre o ano que passou e o que está por vir. Eu sou muito assim! Inclusive isso as vezes me causa até certa ansiedade.

Mas… “segue o baile”! Rs

A verdade é que é muito bom fazermos um balanço, olharmos pra dentro e decidirmos o que vale a pena mudar em nós mesmos. No meio dessas reflexões, cheguei à uma conclusão “interessante”. Estou fazendo um curso sobre finanças e, por isso, tenho refletido bastante sobre a minha relação com dinheiro, consumo, experiências e tudo que, direta ou indiretamente, se relaciona com esses assuntos. Me dei conta que estou sempre reclamando que estou sem dinheiro, que queria fazer a coisa X e não posso, recusando convites por “não ter dinheiro” e por aí vai.

Mas refletindo bastante, me dei conta de que não estou sem dinheiro. Estou apenas definindo o que é prioridade pra mim e uso essa “desculpa” na tentativa de “me justificar” (inclusive pra mim mesma) e não ferir os sentimentos de pessoas importantes pra mim. Mas a verdade é que pra fazer o que eu quero de fato sempre dou um jeito (esse ano, por exemplo, comecei a fazer um curso de formação em yoga e em setembro voltei a nadar – coisa que planeja há meses, mas sempre adiava com a desculpa de não ter dinheiro – sempre a mesma “conversinha” hahahah).

Esses foram apenas dois exemplos. Mas o próprio curso de finanças que citei no início do texto é outro exemplo de investimento que estou fazendo em mim mesma.

Por conta dessas reflexões, resolvi que em 2018 não quero mais dizer “ah, to pobre, não posso” pra deixar de fazer as coisas. Quero ser honesta comigo mesma e com meus amigos. Até porque, se forem de fato meus amigos vão compreender. Ao menos pra mim é super tranquilo quando alguém fala que não está com vontade de fazer algo. Não significa que seja pessoal. Se eu chamar a Marina, por exemplo, pra assistir algum filme relacionado ao universo do Harry Potter ela com certeza não vai. E não teria porque eu ficar chateada.

E vocês, o que pensam sobre essa doideira toda? Faz sentido pra vocês? Será que as pessoas vão compreender? Alguém já aplicou isso na própria vida?

Vamos interagir nos comentários!

Namastê!

🙂

 

Inspirações da semana [27]

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Oi gente linda, tudo bem com vocês?

Vamos de inspirações hoje \o/