Inspirações da semana [15]

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Oi, gente! Tudo bem?

Vamos nos inspirar?

  • Minimalismo: uma maneira mais feliz de viver ~ souminimalista
  • 6 atitudes para manter a positividade e o otimismo ~ Desassossegada
  • Como estar sempre em um “estado de felicidade” ~ Nowmastê
  • 6 dicas para aproveitar o resto do ano (sem se sentir um fracasso) ~ Desancorando
  • Domine a arte de viver no momento presente em 10 simples passos ~ Jardim do Mundo

🙂

As coisas acontecem no momento exato

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Por favor, não se arrependa. Não se arrependa do que fez e das decisões que tomou. Elas aconteceram na hora exata em que precisavam acontecer. Seja para você viver algo realmente bom ou pra aprender alguma coisa.

Aquele momento em que você iniciou um relacionamento, em que terminou, em que decidiu parar de sofrer por algo do passado, que decidiu largar o emprego, sair de casa, se casar, ter um gato, um cachorro, filhos… tudo isso se deu no momento exato em que precisava se dar.

Não existe “se arrepender”, não existe achar que deveria ter sido da forma X ou Y. Simplesmente porque não foi. Foi como foi. É como é. E assim é a vida. Vamos dançando conforme a musica sem nos descabelarmos ou nos colocarmos na posição de vítimas das circunstâncias (por favor, não seja essa pessoa).

A gente tem mania de achar que tudo tem que ser do nosso jeito, na hora que queremos. No fundo somos todos crianças mimadas querendo dominar o “play”. Mas a vida não é um fábrica de realização de desejos (ouvi em um filme uma vez e achei genial). Estamos aqui para crescer, aprender, sofrer e, de alguma forma, sermos felizes no meio dessa bagunça toda.

Só não vale confundir, jamais, não se arrepender com não assumir as consequências pelos erros de percurso cometidos. Assim como tomamos decisões e atitudes, devemos tomar para nós também qualquer que seja nossa responsabilidade.

Então sigamos o baile da vida. Com amorosidade conosco mesmos, sem arrependimentos e com responsabilidade sobre o que fazemos e sentimos.

Namastê!

🙂

A vida não é linear

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Você nasce, cresce um pouquinho e entra na escola, sai da escola para a faculdade, forma, encontra a pessoa que você ama, casa-se com ela e sai da casa de seus pais para construir a sua vida, daí você vive pra trabalhar, ganhar mais e mais dinheiro e juntar patrimônio. Algumas pessoas pensam que assim deve ser a vida, uma linha do tempo com pontos pré-determinados. Mas aí você morre e poucas dessas coisas continuam tendo importância.

Bom, sou obrigada a discordar. A vida é muito mais rica e complexa do que isso. A vida é plena de possibilidades e só quem sabe o próprio momento de agir é a pessoa que vive. Ninguém mais sabe. E a pessoa pode cometer erros, achar que um momento é certo quando não é tanto assim (e tá tudo bem), mas é por isso que temos sempre que assumir as consequências dos nossos atos, sejam elas boas ou ruins. A gente cresce com ambas e sempre é possível recomeçar.

A sociedade nos impõe modelos para tudo. Inclusive modelos para vivermos. Mas isso não significa que temos que seguir esses modelos e nem que eles são os melhores para nós. Na verdade, no meu ponto de vista, em grande parte das vezes os modelos a nós impostos não servem pra nada além de nos limitar.

Não sei vocês, mas eu não quero me encaixar numa gaveta predefinida que diz como devo ser e o que devo fazer. Eu quero ser feliz e felicidade vai muito além do que acham por aí que é bom pra nós. Felicidade vem de dentro e só nós podemos saber o que é melhor pra nós. E na pior das hipóteses, caso façamos uma escolha não muito boa, é só assumirmos as consequências e recomeçarmos. Não é tão difícil assim.

Namastê!

🙂

Pare de se lamentar

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O texto que vou escrever hoje é, em primeiro lugar, pra mim mesma.

Dito isso, podemos começar.

Tenho passado por muitos momentos de crise recentemente. E em relação à todas as áreas da minha vida. Por conta disso sinto que acabei caindo no ciclo da reclamação. Comecei a falar mais sobre problemas e a mergulhar dentro deles de forma que comecei a me “afogar”.

Além disso, como todos passamos por dificuldades, essa se tornou a pauta da maioria das minhas conversas com amigos e com pessoas próximas. Comecei a ter a sensação de que está todo mundo mal mesmo, que o mundo está todo errado e não tem mais jeito. Só que quando digo “mal”, não é apenas isso: é fudido mesmo, comendo o pão que o diabo amassou. Talvez as pessoas tenham aumentado o próprio sofrimento ou eu mesma tenha enxergado o que elas falam de maneira maior do que a realidade se apresenta.

Comecei a me desesperar inclusive com o sofrimento dos outros. Me sentia mal por estar de mãos atadas e não poder “salvar” meus amigos. Me sentia paralisada diante de diversas situações que eles passavam e que eu simplesmente não era capaz de compreender plenamente. Fiquei sufocada dentro da minha própria vida e das minhas relações.

Até que resolvi que precisava parar. Precisava rever tudo. Tirar toda a bagunça que existe dentro de mim, buscar perceber o que tudo isso quer me ensinar, e começar a tirar a poeira e colocar as coisas no lugar.

Nesse processo (e com a ajuda do meu analista), me dei conta de que não é bem assim. Não está todo mundo fudido. Todos temos problemas sim, todos temos motivos para sofrer de alguma forma, mas é isso que é a vida. E felizmente é assim. Se fosse um “mar de rosas” não cresceríamos. E não sei vocês, mas acredito que estamos aqui para melhorarmos cada vez mais.  Lapidarmos quem somos e buscarmos nos tornar nossa melhor versão.

E tem mais uma coisa muito importante nisso tudo: aquilo que focamos parece tomar uma dimensão muito maior. Se estamos mal e colocamos todo o foco da nossa vida nisso, só conversamos sobre isso, parece realmente que está todo mundo no mesmo barco. Mas não é bem assim: é como quando você quer comprar um carro, por exemplo, e de repente todas as pessoas da sua cidade parecem ter o mesmo carro. Isso acontece porque damos tanta atenção a isso, que todos os outros carros (ou situações de vida das pessoas) se tornam invisíveis para nós.

E é incrível como a mudança pode partir de nós. Da noite para o dia eu resolvi mudar o foco. O tom das minhas conversas mudou, a minha própria visão sobre a vida e o sofrimento se modificou, comecei a assistir outras coisas, buscar outras leituras e estou me sentindo muito mais leve. Não me sinto sufocada por todas essas questões.

Isso não significa que estou jogando o lixo pra debaixo do tapete. Estou apenas aceitando que é esse o meu momento e que não preciso me definir por ele. É importante, sim, conversar sobre o que incomoda, sobre onde o calo dói, mas não precisa ser assim o tempo todo.

Aliás, acredito que quanto mais a gente fala, mais toda dor ganha força sobre nós, toma uma dimensão maior. É importante estarmos atentos a isso também. E sabermos com quem falar. Nem todos vão nos entender, nem todos vão saber como nos ajudar. E também não temos o direito de sufocar as pessoas com nossas questões e exigir que elas nos salvem.

Essa foi uma reflexão que me doeu, mas que valeu a pena ser feita. O que vocês pensam sobre isso tudo? Como se comportam nos momentos de crise? Gostaria muito de saber, me contem nos comentários.

Namastê!

🙂

Inpirações da semana [9]

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Oi gente, tudo bem?

Hoje é dia de inspirações!

Vejam quanta coisa linda:

Ótima semana para nós 🙂

Algumas pessoas querem que você seja o mesmo para sempre

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NÃO DÊ OUVIDOS A ELAS!

Não importa se são seus pais, amigos, namorado ou namorada. Alguém sempre vai ter expectativas não atendidas em relação a você. O que importa mesmo é a sua consciência tranquila e a certeza de que é e busca cada vez mais ser a pessoa que quer ser.

Algumas pessoas querem que você se petrifique no tempo e seja a mesma pessoa eternamente. Mas ninguém é, e você não precisa atender ao que os outros esperam de você. Não é que você vai descartar tudo que te falarem, mas é preciso saber absorver o que é pertinente e o que não passa de frustração de quem tá do outro lado e não enxerga em você o que gostaria de enxergar.

Não existe mal algum em buscar novos horizontes e descobrir novos interesses. Que graça teria a vida se tudo fosse sempre do mesmo jeito? Existe algo em você que nunca vai mudar, aquilo que é a sua essência: eu tendo a acreditar que ela está naquilo que chamamos de caráter, tem a ver com a forma como você trata as pessoas à sua volta e a forma como você lida com as pedras no caminho.

Se você segue esta ou aquela seita religiosa (ou não segue nenhuma), o que importa mesmo é a sua fé. E fé não tem nem mesmo relação com acreditar em Deus, necessariamente. Tem muito mais relação com acreditar na vida e em tudo de bom que ela pode te trazer.

Se você gosta de filmes de terror hoje e de comédias românticas amanhã, qual é o problema? É assim que você expande horizontes e se descobre ao longo da vida. Nós não somos estáticos, não precisamos ficar agarrados sempre no mesmo lugar, fazendo e gostando sempre das mesmas coisas.

Isso não é não ter personalidade. Isso é apenas se permitir abrir ao novo. E quando você se abrir ao novo, esteja preparado: algumas pessoas vão estar com pedras na mão, e críticas na ponta da língua. Mas permaneça com as suas crenças e com as mudanças que você se permite fazer (você e ninguém mais). Isso com certeza vai atrair quem se assemelha a você e vai excluir quem não respeita seu modo de ser. Essa exclusão pode ser temporária e durar o tempo necessário para que essa pessoa perceba que você não está no mundo para ser do jeito que ela deseja, ou pode mesmo ser permanente. Mas isso só o tempo dirá.

No fim das contas, duas coisas importam mesmo na vida: as pessoas que ficam, que são aquelas que te respeitam e gostam de você pelo que é e não pelo que elas gostariam que fosse; e se você tem coragem de bancar as consequências de todas as suas escolhas sem exigir que o outro faça isso por você.

Namastê.

🙂