Inspirações da semana [47]

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Olá! 🙂

Vamos às inspirações da semana?

Bom restinho de semana pra vocês! 😀

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Você conhece a Psicologia Positiva? Desafio #SemanaDoBemEstar

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A Psicologia Positiva é uma ciência elaborada por um pesquisador chamado Martin Seligman e outros pesquisadores com o objetivo de explorar o que faz a vida valer a pena e criar as condições para isso. Inicialmente definida como a “Ciência da Felicidade”, teve sua teoria reformulada em seus elementos e seu objetivo alguns anos depois do seu surgimento, após alguns experimentos científicos desenvolvidos por Seligman.

Se o tema central era antes a felicidade, agora passa a ser o aumento do bem-estar.

De acordo com Seligman, o bem-estar é um construto elaborado a partir de alguns elementos que contribuem para o seu aumento. Esses elementos são cinco: emoções positivas, engajamento, sentido, relacionamentos positivos e realização. Além deles, existem as características adicionais para o florescimento que são: autoestima, otimismo, resiliência, vitalidade e autodeterminação.

Muito se fala sobre a importância do pensamento e atitudes positivas e suas implicações na melhoria da qualidade de vida. A Psicologia Positiva surge como uma ciência validada por métodos e experimentações científicas visando comprovar a eficácia de se viver melhor com o foco no positivo.

É pelo cultivo do positivo que somos capazes de aprender, crescer e florescer. Isso não é uma busca de um conceito longínquo de felicidade, mas o simples cultivo de diferentes tipos de emoções positivas que podem nos levar ao caminho do sucesso.

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Assim como Seligman relata em seu livro “Florescer”, foi a Psicologia Positiva que o escolheu, e não o contrário. O mesmo aconteceu comigo.

Logo que terminei o curso de Coaching, em janeiro deste ano, estudando a teoria ministrada no treinamento, a Psicologia Positiva me despertou um interesse especial. Conheci, então, pesquisadores como o próprio Seligman, que elaborou a teoria e os primeiros experimentos científicos, e outros autores que despertaram em mim, além do interesse, um sentimento intenso de identificação. Foi quando decidi começar a colocar em prática o que esses autores falam em suas teorias e práticas científicas.

Elaborei, então, duas rotinas – uma matinal e uma noturna – para praticar os conceitos que aprendi e logo na primeira semana já observei uma grande diferença nas minhas emoções, nos meus pensamentos e comportamentos.

Determinei, então, o meu nicho de atuação: Coaching de Bem-estar.

Foi assim que decidi lançar um desafio: a Semana do Bem-estar, com o objetivo de levar a vocês um pouco da prática dessa ciência que tem transformado a vida de tantas pessoas – assim como vem transformando a minha!

O desafio será desenvolvido ao longo de 7 dias e compartilhado em meu Facebook (facebook.com/marina.vassalli) e Instagram (@marina.vassalli) – por isso, me adicionem e sigam por lá para acompanhar. Consiste em postar, a cada dia, uma foto tirada durante o desenvolvimento da ação proposta, um depoimento ou apenas uma frase em seu perfil e marcar o meu perfil, juntamente com a hashtag #SemanaDoBemEstar para que eu e os outros participantes do desafio possamos vê-lo!

Cada dia será dedicado a um dos elementos constituintes da Psicologia Positiva.

É importante que, ao praticar cada ação ou tarefa, você perceba e sinta as sensações e emoções que surgem. Você pode anotá-las em um papel ou em um caderno e, se for de sua vontade, compartilhá-las em suas postagens.

Espero, assim, poder levar a vocês o mesmo bem-estar que tenho sentido.

Vou adorar ter vocês comigo nessa jornada!

Vamos juntos? 🙂

Minha transformação pessoal com “O poder do Agora”

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Eu acredito que existe um momento certo para tudo porque cada vez mais isso tem se comprovado na minha vida.

Por duas vezes eu havia pegado o livro “O poder do Agora” para ler e não conseguia dar continuidade. Nesse contexto, acredito que cada livro também tem o seu momento certo para ser lido e alguns nem sempre cabem em certos momentos da nossa vida. Na terceira vez, há algumas semanas atrás, tinha recém iniciado um Treinamento em Mindfulness e já havia estudado grande parte da teoria que fundamenta o Self Coaching, metodologia própria do IBC – curso que conclui em janeiro deste ano. E dessa vez, claramente, era o momento certo! O livro fez tanto sentido para mim que parecia que eu estava lendo todas aquelas palavras pela primeira vez.

Mas um conceito em especial, que fundamenta a teoria de Eckhart Tolle, é em relação ao sofrimento. A cada pequeno intervalo que tenho pego o livro para ler, e quando li esse trecho estava no ônibus indo para o trabalho – relato isso para mostrar o quanto me marcou, e poderia dizer que instantaneamente passei a enxergar a vida de outra forma. Para situar melhor o conceito, deixo aqui um trecho que explica basicamente o que representa o “poder do Agora”:

Você alguma vez já vivenciou, realizou, pensou ou sentiu alguma coisa fora do Agora? Acha que conseguirá algum dia? É possível alguma coisa acontecer fora do Agora? A resposta é óbvia, não é mesmo?

Nada jamais aconteceu no passado, aconteceu no Agora.

Nada jamais irá acontecer no futuro, aconteceu no Agora.

O que consideramos como passado é um traço da memória, armazenado na mente, de um Agora anterior. Quando lembramos do passado, reativamos um traço da memória e fazemos isso agora. O futuro é um Agora imaginado, uma projeção da mente. Quando o futuro acontece, acontece como sendo o Agora. Quando pensamos sobre o futuro, fazemos isso no Agora. Obviamente o passado e o futuro não têm realidade própria.

(Pág. 53)

Por que o Agora é a coisa mais importante que existe? Primeiramente, porque é a única coisa. É tudo o que existe. O eterno presente é o espaço dentro do qual se desenvolve toda a nossa vida, o único fator que permanece constante. A vida é agora. Nunca houve uma época em que a nossa vida não fosse agora, nem haverá.

(Pág. 52)

E esse foi o trecho que transformou a minha forma de enxergar a vida:

O sofrimento que sentimos neste exato momento é sempre alguma forma de não-aceitação, uma forma de resistência inconsciente ao que é. Aceite, depois aja. O que quer que o momento atual contenha, aceite-o como uma escolha sua. Trabalhe sempre com ele, não contra. Torne-o um amigo e aliado, não seu inimigo. Isso transformará toda a sua vida, como por um milagre.

(Pág. 38)

Juntamente com essa leitura, estou praticando constantemente uma das meditações do Mindfulness, exatamente para me tornar mais consciente e presente no Agora. E desde que comecei a prática, percebo que estou me tornando uma pessoa melhor para mim e para os outros, exatamente por conseguir me manter grande parte do tempo no presente, usufruindo de todas as experiências – sejam elas boas ou não.

Quando vivemos uma vida de forma inconsciente, em outro tempo – passado ou futuro – fugindo do que realmente é, em um embate constante com o presente, estamos nos livrando ou aumentando o nosso sofrimento?

Se tudo o que temos é o Agora, e esse Agora é constituído por todas as nossas escolhas e tudo o que vivemos até esse momento, por que por tantas vezes resistimos ao momento presente?

O sofrimento não existe no presente, assim como no passado que já se foi e no futuro que ainda não aconteceu. O que existe é a não-aceitação do momento. E aceitá-lo é o primeiro passo para eliminarmos definitivamente qualquer sofrimento de nossas vidas.

A aceitação do que é foi o conceito que me levou a enxergar a vida de uma outra forma. Fugir para um tempo que já não existe ou para aquele que não sabemos nem se irá existir nunca foi e nunca será a solução para eliminarmos o sofrimento da nossa vida. É apenas uma ilusão. Estarmos completamente conscientes e presentes no Agora, sim, porque estaremos vivenciando a única coisa que verdadeiramente existe, e somente aceitando para depois agir poderemos traçar metas, estabelecer objetivos ou soluções para os nossos sofrimentos.

Experimente estar completamente presente no Agora por alguns minutos, livre das interferências constantes da mente, em qualquer atividade que esteja realizando – essa é uma proposta do livro. Perceba como essa atitude simples traz uma enorme sensação de plenitude e paz interior.

Leve isso para todas as situações da sua vida e perceba a sua transformação.

Quando nos entregamos ao momento presente, aceitando e nos percebendo em todas as situações, é possível levarmos uma vida muito mais leve e feliz.

Para quem não conhece o livro, recomendo muito a leitura. Os trechos que postei acima são apenas uma pequena parte de toda a reflexão, que é realmente transformadora. Deixo aqui o link para o download em PDF ou EPUB:

http://lelivros.love/book/download-o-poder-do-agora-eckhart-tolle-em-epub-mobi-e-pdf/

Para quem já leu o livro, o que mais te marcou ou auxiliou de alguma forma? E para quem pratica Mindfulness, como tem sido a sua experiência?

Vamos conversar sobre isso! 🙂

 

 

 

Como transformar crenças e ser mais feliz – Colaboração para blog “Ser (ainda!) mais feliz”

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Oi, gente! Tudo bem com vocês?

No post dessa semana, venho compartilhar uma colaboração que fiz para o blog da Sofia, o Ser (ainda!) mais feliz, que com muito carinho nos convidou para falar sobre felicidade! Falei, então, sobre como transformar crenças e ser mais feliz.

Convido vocês a conhecerem o blog dela, que é também uma grande inspiração para nós!

Obrigada, Sofia, pelo espaço e pelo carinho de sempre! Saiba que é recíproco da nossa parte! ❤

O link para acessar a postagem é esse:

https://aindamaisfeliz.blogspot.com.br/2018/03/como-transformar-crencas-e-ser-mais.html

🙂

 

Afinal, o que é a simplicidade?

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Falamos muito sobre simplicidade por aqui, principalmente sobre a importância de vivermos uma vida com menos coisas – materiais e emocionais – considerando que o menos é sempre mais. Mas, na prática, o que é ser simples?

Há algum tempo li talvez o melhor livro que já comprei até hoje: “Simplicidade voluntária”, de Duane Elgin. Essa semana decidi, além de reler, fazer um fichamento das partes mais importantes, o que me gerou muitas reflexões.

Muitas vezes, a ideia de simplicidade está relacionada à escassez. Mário Sérgio Cortella, um dos maiores filósofos contemporâneos, tem uma fala muito interessante sobre vida simples. Ele diz (nesse vídeo aqui):

Simplicidade não é sinônimo de carência. Simplicidade é sinônimo de suficiência. Uma vida simples não é aquela na qual haja carência; uma vida simples é aquela na qual haja suficiência. Suficiência de comida, suficiência de afeto, suficiência de socorro de saúde. Nós não podemos confundir abundância com desperdício. Nós não podemos confundir abundância com descarte inútil.

Hoje a sociedade vive aquilo que a gente chama de uma “consumolatria”, uma adoração do consumo, que gera infelicidade em sequência.

Duane Elgin elabora o conceito de  simplicidade voluntária, ou seja, uma simplicidade escolhida, intencional, que busca uma qualidade de vida superior. E diz que ao contrário do que propõe a mídia, o consumismo gera vida de sacrifícios, enquanto a simplicidade proporciona vidas de oportunidade: maior realização no trabalho, mais compaixão pelos semelhantes, sentimento de fraternidade em todas as formas de vida e êxtase por vivermos em um universo vivo. É uma alternativa para vivermos sem stress, excesso de compromissos e a alienação da vida moderna.

Ao listar algumas formas de compreensão da simplicidade, ele diz ainda que muitas pessoas associam-na a regresso, à uma volta ao passado, em que famílias abandonam as suas vidas para viver na roça, em um trailler ou em um barco, sem televisão, computador, banheiro ou carro. Mas a simplicidade consciente nada tem a ver com isso: é uma transformação do nosso modo de viver – o trabalho que fazemos, o transporte que usamos, o alimento que ingerimos, as roupas que vestimos, etc. Essa simplicidade procura melhorar o nosso relacionamento com a Terra, com os semelhantes e com o universo sagrado.

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Assim, temos uma definição de simplicidade. Simplicidade é o que nos permite viver com o suficiente, com o que é essencial, abandonando hábitos de consumo destrutivos e nos tornando mais conscientes das nossas escolhas. Para mim, isso é o que faz toda a diferença, porque permite que tenhamos uma vida em harmonia conosco mesmos e com o que nos cerca – a natureza e todos os outros seres vivos.

Nem sempre é simples transformar velhos hábitos, especialmente os de consumo, quando temos apelos o tempo todo nos induzindo a comprar e a viver a nossa vida de acordo com um padrão, seguindo o fluxo de forma automática. Mas a simplicidade nos permite escolher de forma consciente como queremos perceber e viver a nossa vida. Nos permite ser autênticos em uma sociedade que impõe formas ideais de vida.

Portanto, estar consciente é o primeiro passo para uma vida mais simples. A maioria de nós vive ou viveu uma grande parte da vida de forma inconsciente, sem refletir sobre as próprias escolhas e, com isso, vivendo a vida de outras pessoas que não a nossa, nos esquecendo de que somos nós quem temos as rédeas para conduzi-la. Isso se reflete especialmente nas redes sociais, onde muitas vezes expomos aquilo que os outros querem ver, e não aquilo que realmente somos e estamos vivendo.

Sermos autênticos é um grande passo para alcançarmos a felicidade. Precisamos estar sempre em contato interior para que saibamos o que é verdadeiro e essencial para nós, quais são os nossos sonhos, planos, desejos, metas e objetivos. A partir do momento em que buscamos nos conhecer e nos conscientizamos das nossas escolhas, podemos viver de acordo com o que é melhor para nós, abandonando a necessidade de estar sempre buscando atender às expectativas do outro ou fazendo o que dizem ser certo, deixando de lado o caos de uma sociedade que nos exaure de diferentes formas.

Dessa forma, auxiliaremos na reestruturação do planeta que há tanto tempo vem nos pedindo socorro.

E vocês, tem vivido de forma consciente ou estão nesse caminho de busca pela simplicidade? Vamos trocar ideias sobre isso! 🙂