Diário de jejum

Resultado de imagem para jejum

Olá, pessoas! Hoje vai ser um post “diferente”. Quero compartilhar com vocês minha primeira experiência com jejum.

Em primeiro lugar, não estou falando de jejum intermitente, porque isso eu faço há um bom tempo sem saber (geralmente como a noite e não me alimento de imediato ao acordar – ou seja, fico pelo menos 12h sem comer na minha rotina diária).

Em segundo lugar, não estou fazendo isso por emagrecimento (quem me conhece sabe que sou magrela hahahaha).

Decidi que queria passar por essa experiência depois de uma conversa sobre o assunto com uma colega. O motivo é sentir o meu corpo, experienciar como fica minha mente quando não atendo de imediato o que ela acha que são necessidades, desintoxicar meu organismo e meditar.

Minha última alimentação foi ontem às 20h. Acordei antes das 8h e demorei um pouco pra começar a sentir fome (como sempre acontece comigo). Tomei meu kombucha (não sei se isso quebraria o jejum, mas… rs) e fui viver meu dia.

Confesso que achei que seria desesperador, que eu não aguentaria, que passaria mal e só pensaria em comida. Tipo “socorro, pelamordedeus, voumorrer” e coisas assim. Não está acontecendo nada disso. Agora são quase meio dia e não estou me sentindo fraca. Estou até muito bem, obrigada! Por volta de 10h tomei um café sem açúcar, depois que vi na internet que não quebra o jejum e ajuda a “suportá-lo”. Estou bebendo muita água! Já tomei 1,5L.

Não sei se é efeito do jejum ou se é só efeito do domingo mesmo, mas sinto uma paz muito gostosa nesse momento. Como é meu último dia de férias, tenho bastante coisa pra fazer/organizar mas estou realizando tudo lentamente e com presença. Está sendo muito gostoso!

Pretendo comer lá pelas 16h e terei completado 20h em jejum. A ideia é tomar suco verde e comer só coisas bem leves até o final do dia. Mais tarde volto aqui para contar mais um pouco. 🙂

São 13:30. Fiz yoga e meditei. Engraçado que estava super tranquila, foi começar a meditar que mil pensamentos vieram e a fome pareceu aumentar. Meditação é essa coisa bem doida. hahaha Os primeiros minutos foram complicados, mas concluí que estar sentada não era tão difícil assim (ontem mesmo fui a um evento de meditação e sentar estava praticamente impossível).

Aos trancos e barrancos continuei. No final das contas acabei meditando dois minutos a mais do que os 15 a que havia me proposto. Com o passar dos minutos, minha mente foi acalmando e os pensamentos diminuíram. Respirar é maravilhoso. Não tive nenhum super insight nem nada parecido, mas é assim mesmo. O importante é persistir.

15:08 e continuo bem. Já nem sei mais se vou mesmo comer às 16h. Comecei a assistir um filme sobre comida depois da meditação e rapidamente percebi que era uma péssima ideia. Meu estômago roncou (e isso não acontecia desde cedo rs) e a fome quis bater. Mudei para “Yoga – arquitetura da paz” e estou plena… uma sensação de união com o todo e uma paz imensas. Agora vou tomar um chá de camomila enquanto faço banho de assento e termino o documentário pra me sentir ainda mais acolhida por mim mesma (também vi que não interrompe o jejum).

16:13. Quebrei o jejum com limão e água à temperatura ambiente. Estou muito bem e vou tomar um suco pra energizar ainda mais \o/

 

 

 

 

 

2 laranjas, 7 acerolas, um pedaço de inhame cru, vários pedacinhos de couve congelada e um pouquinho de água pra bater.

 

 

E assim foi minha primeira experiência com o jejum. 20h e estou viva. Não me senti mal, pelo contrário – senti como se estivesse dando espaço ao meu organismo para que ele pudesse se cuidar (sem ter o gasto energético de ter que digerir algo o tempo todo). Ao mesmo tempo, estou me sentindo muito forte, vi que posso, sim, assumir o controle sobre mim mesma e não ser “enganada” pela minha mente.

Estou feliz!

E você, já fez algum tipo de jejum? Como foi a experiência? Vamos trocar ideias.

Namastê!

🙂

 

Anúncios

Benefícios que o yoga me trouxe

Resultado de imagem para yoga

Em primeiro lugar, quero frisar que yoga vai muito além dos ásanas (posturas). Arrisco dizer que a parte física é a menos importante na minha jornada – sim, este texto é absolutamente pessoal. Para mim, essa arte milenar é uma filosofia/estilo de vida e, mais do que isso, é um caminho espiritual.

No curso de formação, eu me encontrei como nunca antes em minha vida. Foi um encontro profundo comigo mesma, com quem sou, com quem quero ser, um encontro com pessoas, com o mundo, com a percepção de unicidade que é uma das coisas mais incríveis que já vivenciei. Esses, talvez, sejam os benefícios mais incríveis!

Na verdade, eu poderia escrever um livro, mas vou citar apenas algumas coisas que me vem de imediato à mente.

  • Estou me tornando uma pessoa mais leve, carregando menos pesos pela vida (emocionais e físicos) e, por isso, tenho tido mais facilidade de desapegar das coisas e pessoas.
  • Estou aprendendo a fluir mais com a vida. Obviamente, sou humana e tenho meus altos e baixos, mas no geral tenho buscado não me agarrar nem aos sofrimentos e nem às alegrias, afinal, tudo passa.
  • Um dos niyamas (se refere à parte ética do yoga) é “santosha” , que significa contentamento. Por isso estou buscando sempre esse contentamento, que significa que a despeito do que esteja acontecendo externamente (coisas boas ou ruins), por dentro me sinto bem. Dessa forma, encarando os acontecimentos de maneira mais fluida, me sinto mais feliz.
  • Estou respirando melhor. Com o yoga, você adquire uma consciência corporal que não tinha antes. E isso transforma alguns atos muito simples em experiências maravilhosas. O ato de respirar é um deles e com isso você se habitua a uma respiração de muito mais qualidade.
  • Minha autoestima está melhorando diariamente e isso se deve ao fato de que estou desenvolvendo autoamor e autocuidado. Me sinto bem melhor dentro do corpo que me permite experienciar esta vida na Terra. E não apenas isso, estou aprendendo a acolher meus defeitos e saber que é aos poucos que as mudanças positivas vão ocorrer.
  • Em termos de espiritualidade, há tempos não sinto necessidade de ter uma religião. E isso o yoga parece ter reforçado. Minha prática e meus estudos me dão uma sensação tão gostosa de estar no caminho certo e de comunhão com o todo, que é quase como se eu estivesse o tempo todo em prece. Minha vida é espiritual e não preciso de validações externas pra isso.
  • Pra terminar (embora eu pudesse continuar indefinidamente), fisicamente sinto que minha postura está melhorando cada dia mais, tenho menos dores nas costas e me sinto muito mais disposta.

Usei muito gerúndio porque é tudo um processo, um vir a ser, vir a tornar-se. Estou sempre caminhando para algo e o importante é mesmo o caminho.

Você pratica yoga? Adoraria saber o que melhorou na sua vida. Me conta nos comentários?

Namastê!

🙂

Ps: Em breve vou escrever um texto sobre a parte ética do yoga e vai ser lindo falar desse tema ❤

 

 

Minimalismo no dia-a-dia

minimalismo-2

Há algum tempo atrás fiz um post aqui no blog contando um pouco sobre as minhas experiências relacionadas ao Minimalismo. Nesse post, falei também sobre como o Minimalismo surgiu na minha vida e o quanto me ajudou a ser uma pessoa melhor.

Hoje, alguns anos depois, tenho ainda – e cada vez mais – o Minimalismo como um norte. Vim, então, compartilhar com vocês algumas coisas que mudaram nesse tempo, depois de ler, estudar e praticar sempre mais essa filosofia de vida.

Minimalismo nos gastos. Hoje posso dizer que aderi ao Minimalismo no que diz respeito aos meus gastos, mudando a forma como controlo as minhas finanças. Em vez de anotar tudo aquilo que gasto no mês, planejo antecipadamente os meus gastos. Separo mensalmente uma quantia fixa para cada área da minha vida e também para aquilo que já sei que vou precisar gastar naquele mês. Por exemplo: passagens de ônibus para o trabalho, cuidados estéticos, reposição de produtos que estejam acabando e alguma coisa que precise comprar, como um presente de aniversário ou uma roupa nova que esteja precisando. Planejar os gastos com antecedência nos permite ter maior controle do nosso dinheiro. Quando apenas anotamos os gastos ao fim do mês, o dinheiro nos domina; dessa forma, nós o dominamos. Isso vale também para planejamentos a longo prazo. Planejar o ano com antecedência, sabendo o que vai ser necessário em cada mês, é uma forma de economizar.

Penso sempre duas vezes antes de comprar qualquer coisa, por menor que seja. Me faço questionamentos como: “Eu realmente preciso disso?” “Posso viver sem isso agora?” “Por que isso é necessário para mim?” “Posso encontrar esse produto em um outro lugar por um preço melhor?” E, na maior parte das vezes, deixo de comprar aquilo que queria naquele momento. Muitas vezes temos o impulso de comprar alguma coisa, seja por velhos hábitos de consumo ou por um ímpeto de vontade. Nos maravilhamos com algum produto e sentimos que precisamos daquilo ali, naquela hora. Mas até que ponto essa é uma necessidade real? Fazer essas reflexões me permitiu diminuir os meus gastos e fazer uma pequena poupança. Além de ter um dinheiro reservado como garantia, essa poupança me permite dar preferência para comprar à vista e, com isso, compro muitas vezes com desconto. E somente com o planejamento anual e mensal isso se tornou possível.

Carregar pesos desnecessários (materiais ou não). Desde que conheci o Minimalismo, tenho me trabalhado incansavelmente para deixar de lado pesos desnecessários. Isso se refletiu material e emocionalmente. No dia-a-dia, levo na minha bolsa apenas aquilo que necessito: não uso mais carteira, apenas uma bolsinha onde levo o meu dinheiro e cartão de débito e um porta documentos; minha necessaire, que antes era cheia de maquiagens, hoje tem apenas pasta e escova de dentes, um absorvente e um batom; dou preferência para comprar livros em PDF ou epub para que, em vez de carregá-los, eu leve o meu leitor digital (tenho um LEV da Saraiva), o que diminuiu significativamente o peso. Antes eu adorava dizer que “carregava a casa na bolsa”. Hoje me sinto feliz quando vejo que sobra muito espaço não só na minha bolsa, mas também no meu guarda-roupa, na minha estante, no meu criado, etc.

Além dos pesos materiais, me trabalho diariamente para abolir de vez os pesos emocionais. Percebi que guardar mágoa e rancor de pessoas que me fizeram mal algum dia traz pesos enormes que atrapalham a caminhada e que, muitas vezes, nos deixam estagnados. Buscar compreender as pessoas, me esforçando por enxergar as situações pelos dois lados, foi a melhor atitude que tomei nesse sentido, porque me aproximou cada vez mais da prática do perdão. Perdoar torna a vida mais leve e tranquila.

Planejamento anual, mensal, semanal e diário e métodos de gestão do tempo. Desde que entendi o conceito de Minimalismo, percebi que precisava gerir melhor o meu tempo para tirar mais proveito de cada momento. Por isso, esse ano decidi comprar um Planner para me organizar (falei mais detalhadamente sobre isso nesse post aqui). Além de conseguir organizar melhor as minhas atividades, consigo gerir muito bem o meu tempo para cada uma, tornando-as mais proveitosas. Para me ajudar nisso, aderi também à técnica Pomodoro, especialmente para estudar, e percebi uma grande melhora no meu rendimento. Essa técnica consiste em se dedicar exclusivamente a uma atividade, sem interrupções, durante um determinado tempo (no meu caso, aumentei gradativamente: comecei com 45 minutos e cheguei até 1 hora, que hoje considero que seja o tempo ideal para mim) e, ao fim desse tempo, durante 10 minutos, se desligar completamente dela. Hoje, durante essa hora, me desconecto das redes sociais e do celular, e com isso percebi que a minha concentração aumentou consideravelmente.

Minimalismo e Slow Living. Viver uma vida mais devagar, tirando proveito de cada momento como uma experiência única é a base do Slow Living. Buscar uma rotina mais devagar em um mundo que valoriza a rapidez tem sido o que me permite viver os meus dias com mais serenidade. Aliado ao Minimalismo, ele me permite priorizar o essencial e viver cada momento imersa no presente, no aqui e agora, que é o único momento que efetivamente temos. Isso reduziu muito a minha ansiedade e me permitiu ressignificar o meu passado e, consequentemente, me amar e me aceitar mais.

O Minimalismo, aliado às minhas práticas espirituais como yoga, meditação e estudos espíritas, além do desenvolvimento pessoal, tem me permitido viver cada vez mais uma vida mais leve e tranquila, aproveitando e vivendo presententemente cada momento, vendo-os como grandes oportunidades de aprendizado.

E você, já conhecia o Minimalismo? Como o aplica na sua vida? 🙂

A linha tênue que separa o auto-amor e a auto-aceitação da autossabotagem

Imagem relacionada

Algumas semanas atrás comecei um sadhana de 21 dias (aqui, entenda a palavra como uma prática diária espiritual) que consistia em fazer uma meditação ativa específica de 45 minutos.

Nos primeiros dias estava tudo bem. Até que comecei a sentir raiva. Dos sons, dos movimentos, de quase tudo. Comecei a me questionar o que aquilo significava e se eu deveria mesmo permanecer em uma prática que estava aparentemente me fazendo mal.

Então eu parei. Troquei de meditação e reiniciei os 21 dias. Agora, estou recitando um mantra específico 108 vezes. Dura bem menos do que 45 minutos. E eu voltei pra minha zona de conforto. A verdade é que não existe muita dificuldade para mim em sentar e recitar este mantra (que por sinal é um dos que mais gosto).

Para algumas pessoas pode parecer apenas que eu fiz uma escolha que me deixou mais confortável. Mas quem foi que disse que meditação é pra te deixar mais confortável? Não é. E meditação também não é para “relaxar”.

“Se você sente muita resistência à meditação isso significa simplesmente que no fundo sua mente está alerta a algo que pode acontecer e mudar toda a sua vida. Você tem medo de renascer (…). Meditar nada mais é do que tentar limpar o seu ser, tentar se tornar novo e jovem, tentar ficar mais vivo e mais alerta. Se você tem medo da meditação é porque você tem medo da vida”. (Osho – A música mais antiga do universo)

O que isso quer dizer? Que algo realmente poderia sair daquele sadhana. Inclusive descobri porque sentia raiva. Vi que algumas coisas que decidi logo depois desses poucos dias iniciais vieram como consequência dessa meditação específica.

E é por isso que estou aqui compartilhando essa experiência com vocês. Porque percebi que nem sempre aceitar algumas coisas em nós significa nos amarmos. Algumas vezes significa apenas que preferimos permanecer na nossa zona de conforto, onde já estamos acostumados a estar e onde nada muda.

Por isso quanto mais o tempo passa, mais aumenta minha certeza de que precisamos sempre buscar o autoconhecimento, porque é apenas através dele que vamos perceber se nossa atitude diante de determinadas situações é sinal de auto-aceitação e auto-amor ou se é apenas autossabotagem.

Você já passou por alguma situação que te fizesse pensar sobre isso? Conta nos comentários.

Namastê!

🙂

Simplicidade voluntária: minhas experiências [2]

(Para quem não leu o primeiro post e tiver interesse, é este aqui: Simplicidade voluntária: minhas experiências) 🙂

Há alguns dias atrás, li no Jardim do Mundo sobre a importância de estarmos atentos à todas as coisas que nos cercam. Apesar de levar isso sempre comigo, ver listados os aprendizados dessas experiências me despertou ainda mais vontade de estar conectada a tudo ao meu redor. Por isso, hoje decidi fazer um segundo post contando algumas das minhas experiências relacionadas à simplicidade voluntária.

Desde que li esse post tenho procurado aprender com cada pequeno momento, cada mínima vivência que antes talvez não me despertasse interesse ou curiosidade alguma.

Observo as pessoas, os seus movimentos… Os passarinhos, as borboletas, as nuvens e as flores.

IMG_20171111_113803622

Como geralmente durante a semana não é possível ir até parques públicos, faço yoga, medito e leio em uma parte descoberta do terraço da minha casa. Caso esteja chovendo (como foi no dia em que tirei essa foto), abro a minha janela e de frente para ela coloco o meu tapetinho. E esse espaço é o suficiente para que eu possa me conectar à natureza, observando o céu e ouvindo os passarinhos cantarem.

IMG_20171123_091751053

Muitos pousam em frente a minha janela e gosto de observá-los. Sempre fico encantada com as suas cores e os desenhos em suas asas, que parecem ser feitos à mão, como uma pintura.

IMG_20171113_082818865.jpg

 

IMG_20171114_101529043

Como contei no outro post, faz parte da minha rotina visitar parques públicos, sempre que possível, para que eu possa estar ainda mais em contato com a natureza, caminhar, respirar e meditar. É uma atividade que leva menos de uma hora e me renova pela semana inteira!

Assim como os passarinhos, também adoro observar as borboletas; a forma delicada como mexem as asas, suas cores e desenhos.

IMG_20171112_124258086

Gosto de observar as nuvens e descobri que acompanhar o seu movimento é também uma forma de meditação.

IMG_20171112_131008751

Sou apaixonada por água desde criança. Estar perto do mar ou de um lago me tranquiliza muito. E é sempre com essa vista que faço uma pequena meditação, sentindo o vento, os cheiros, ouvindo os sons da natureza e observando os movimentos da água.

IMG_20171112_125252054~2

Espero que esse post possa, de alguma forma, inspirar vocês a tirarem um pequeno tempo diariamente para curtir a sua própria companhia, a estar sempre em contato com a natureza da forma que for possível, aproveitando esses recursos que estão disponíveis ao nosso redor e nos auxiliam tanto no nosso crescimento interior.

(Se quiserem me acompanhar pelo Instagram, lá compartilho sempre algumas dessas minhas vivências).

Um pouco sobre a minha jornada na Yoga

Imagem relacionada

Oi gente linda! Hoje meu post vai ser bem pessoal… Quero contar um pouco sobre como tem sido meu caminho dentro da yoga.

Por volta de 2011/2012 tive meu primeiro contato em uma aula experimental. Depois disso, fiz algumas aulas esporádicas e tentava algumas posturas vendo vídeos no Youtube. Só coisas simples, porque sempre estive atenta às limitações do meu próprio corpo e nunca quis tentar nada ousado sem ajuda ou supervisão.

Em 2014 consegui começar a criar uma rotina em casa mesmo e fui sentindo que aquilo me dava uma sensação de paz muito grande! E eu ainda achava incrível como as práticas me faziam estar cada vez mais atenta ao meu corpo a ponto de aprender a ouvi-lo de uma forma linda.

Por volta, ainda, de 2014/2015 comecei a fazer aulas. Vi que, ao contrário do que eu supunha, faz uma diferença bem grande ter um instrutor na sua frente. Não só pela prática em si, mas especialmente porque eu percebi que yoga vai muito além da prática dos ásanas (posturas). As trocas com a professora (Thais <3) e com outras alunas (Mariiiii) muitas vezes eram a parte mais importante.

Por caminhos da vida, tive que parar com as aulas, mas continuei praticando, tentava ir sempre em práticas gratuitas pela cidade e lia um pouco mais do que antes sobre o que ia além dos ásanas.

Até que 2017 me presenteou com uma das coisas pelas quais sou mais grata nessa vida… O Curso de Formação. A cada módulo eu aprendo mais. A cada módulo me apaixono mais. A cada prática, leitura, troca eu sinto mais forte dentro de mim que esse é um caminho sem volta. E mais do que isso: é a melhor escolha que eu poderia fazer!

Por um longo tempo eu achei que tivesse perdido completamente o gosto que sentia por estudar quando estava na escola, mas descobri que na verdade eu só estava tentando estudar as coisas erradas! Yoga me faz querer deixar muitas coisas menos importantes de lado pra me dedicar a aprender mais e mais. E quanto mais eu aprendo, mais percebo o quanto esse mundo é infinito e maravilhoso!

Sou extremamente grata ao Universo, à Marina (que “me fez” começar esse curso), à Shanti (que admiro cada dia mais) e à todos outros professores e companheiros de jornada da turma por me permitirem viver tudo isso!

Sinto cada dia mais forte dentro de mim que este é o meu caminho!

Namastê!

🙂

Ps: A foto foi escolhida propositalmente. Adhomuka é uma postura que um dia eu detestei (era muito desafiadora pra mim). Hoje aprendi a amá-la e a energia que sinto nela é maravilhosa!

Minha rotina após a prática de Yoga

yoga-696x519

Hoje, ao acordar, apesar de um certo desânimo por não ter dormido tão bem, levantei, arrumei a minha cama e decidi dar uma “geral” em muitos materiais que estavam sobrando aqui. Arrumei minha estante de livros, separei alguns papéis para jogar no lixo e tirei da escrivaninha muitas coisas que não estavam mais sendo úteis.

Preferi deixar para fazer Yoga depois de arrumar o que estava fora do lugar para me concentrar melhor e começar bem o dia, mas já nessa primeira atividade percebi algumas dificuldades: meu desânimo estava piorando e eu não estava conseguindo me concentrar muito. Então, acabei de organizar tudo e fui à prática.

Após dez minutos de Yoga (procuro fazer todos os dias pela manhã as primeiras posturas da 1ª série de Hatha-Yoga) e dez minutos de relaxamento, aquele desânimo havia desaparecido quase que por completo. Após o relaxamento, li mais alguns minutos de um livro espírita e naquele momento senti estava pronta para começar o meu dia.

Sentei na escrivaninha e organizei a minha agenda do dia. Geralmente faço isso no dia anterior, mas às vezes não consigo e acabo fazendo no dia seguinte. Olhei a programação da semana, passei mentalmente tudo o que precisava e gostaria de fazer naquele dia e distribuí as atividades por horários. Mais um passo para melhorar a minha disposição.

Depois, fui lavar o cabelo. Gosto de tomar banho pela manhã porque me sinto mais animada e disposta, então procuro fazer isso sempre que possível. Percebo que, diferente de como eu estava antes dessas práticas, me sinto muito mais presente em cada pequena ação. Pequenos atos que parecem não ter importância, como o de passar shampoo no cabelo, são aproveitados de formas diferentes nos dias em que faço apenas dez minutos de Yoga.

Li alguns blogs que gosto e decidi almoçar. Comer pode parecer uma das nossas atividades mais simples. Às vezes é até automático. Mas não deveria ser assim. Quantas vezes almoçamos mexendo no celular, assistindo alguma coisa na TV ou concentrados em qualquer outra coisa? Se agimos dessa forma, não estamos aproveitando plenamente a nossa alimentação. Não estamos presentes naquele momento, o que causa uma série de problemas; desconectados de nós mesmos, comemos rápido e mal mastigamos o alimento. Ao mesmo tempo, se comemos conversando com alguém no Whatsapp, por exemplo, também não aproveitamos aquela conversa da forma como poderíamos.

A Yoga, assim como a meditação e outras práticas espirituais, não devem durar somente aqueles minutos em que estamos concentrados, mas devem ser praticadas ao longo de todo o dia. Se estou presente ao tomar banho e espalhar o shampoo e o condicionador pelo cabelo, estou meditando; se mastigo com calma os alimentos na hora do almoço, me dedicando somente àquela atividade, continuo meditando. O mesmo acontece se faço uma leitura e me concentro, ou, se me sinto ansiosa, paro por alguns minutos, me atento à minha respiração e entro em contato comigo mesma (essa foi uma das melhores práticas que descobri).

Desde que comecei a praticar Yoga frequentemente, me sinto muito mais presente, me dedico mais à cada pequena atividade, me concentro melhor e passo o dia muito mais tranquila. E nas situações que me afetam de alguma forma e começam a me tiram desse eixo, tenho nas mãos as ferramentas para voltar àquela tranquilidade de antes.

Antes de começar a me dedicar à Yoga e à meditação, vivia a maior parte dos meus dias de forma automática, sempre ansiosa pelo futuro e sem tanto contato interior. Aos poucos fui percebendo os pequenos benefícios que essas práticas espirituais traziam para a minha rotina, e esses benefícios, juntos, me auxiliam todos os dias a ser uma pessoa melhor e aproveitar muito mais cada pequeno momento.

As ferramentas são muitas para que possamos nos descobrir e estar constantemente em contato conosco mesmos. Nem sempre as que funcionam para mim funcionarão para você, mas é importante buscar as que nos fazem sentir melhor. Não são poucos os momentos difíceis, mas quando percebemos que viver no presente e ser grato pelo que temos (tirando o foco do que não temos ou do que queremos mas não podemos ter no momento) pode amenizar (e muito!) as dificuldades, não há mais como voltar atrás. Com essas pequenas mas valiosas atitudes, começamos uma transformação interior que leva tempo, mas que nos torna mais fortes, conscientes e felizes.

Silêncio interior

mujer1

Desde que me entendo por gente, sempre fui ansiosa e agitada. Sempre gostei de estar rodeada de pessoas, barulhos e movimento. Pouquíssimas vezes me dispus a estar em um ambiente silencioso e tranquilo, sempre alegando que me sentia entediada. Aliás, “tédio” é uma palavra que sempre usei muito e hoje quase não faz parte do meu vocabulário.

Desde que comecei a me dedicar a práticas espirituais como a meditação e a Yoga, além de aprofundar minhas leituras e estudos espíritas, me tornei uma pessoa mais introspectiva e descobri o valor do silêncio, dos benefícios de estar em um ambiente mais calmo e tranquilo, desfrutando da minha própria presença.

Mas esse processo não ocorreu do dia para a noite. Quando comecei a meditar regularmente e a me entregar a Yoga enquanto prática espiritual, passei a me sentir cada vez mais confortável com o silêncio, tanto exterior quanto interior. Se tinha algo que me incomodava há algum tempo era estar em ambientes escuros e silenciosos. Hoje, aprendi que se busco a paz e tranquilidade interior, nesses momentos conseguirei despertá-las dentro de mim. Não deixei, com isso, de ser uma pessoa ansiosa e agitada algumas vezes, mas posso afirmar que me sinto tranquila na maior parte do tempo.

Acredito que, em grande parte, essa mudança ocorreu porque o objetivo dessas práticas é o de nos trazer para o momento presente. Sendo ansiosa, sempre vivi muito mais no futuro do que no presente, e, por isso, nunca me sentia plena e feliz em contato comigo mesma, em silêncio interior, já que estava sempre pensando e vivendo situações que nem haviam acontecido. Era comum afirmar que precisava estar o tempo todo em movimento nos momentos de descanso para me manter bem. Isso porque me prendia apenas a totalidade do tempo que estaria “à toa”. Agora, em vez de contabilizar as horas que ainda me restam, procuro desfrutar de cada segundo e me sinto em paz.

As práticas meditativas, desde o inicio, me trouxeram uma grande tranquilidade. Por muito tempo acreditei que a ansiedade era algo decisivo é imutável na minha vida, porque associava o meu estado ansioso à minha personalidade. Hoje já não vejo mais assim. Sei, sim, que a ansiedade está e estará presente em muitos momentos, mas em vez de me conformar com os seus efeitos negativos e travar tantas lutas com ela, decidi que poderíamos ser companheiras e nos entender de outra forma. A partir do momento em que a aceitei, as coisas passaram a fluir melhor e descobri a paz interior de uma forma que nunca havia conhecido.

A Yoga fez e continua fazendo grande diferença no meu dia a dia, porque me proporciona o autoconhecimento e o vivenciar do momento presente.

A meditação, neste sentido, veio para me auxiliar no processo de autoconhecimento, trazendo a serenidade que eu precisava. O  autoconhecimento é contínuo e por isso não afirmo que já se finalizou, mas sinto que aos poucos tenho me aceitado e lidado melhor com coisas que sempre me incomodaram.

Não menos importantes, as leituras espíritas me colocaram em contato com algo muito maior, fortalecendo a minha fé no presente e no futuro, e me permitindo viver e aceitar o fluxo da vida.

Portanto, se você deseja lidar melhor com a sua ansiedade, meu primeiro conselho é aceitar que ela está presente em você em vez de travar inúmeras lutas. É importante compreender que ela não o define, apenas faz parte de alguns momentos da sua vida. Não veja-a como inimiga, mas tente compreender o seu verdadeiro papel. Busque analisar em que momentos costuma surgir com mais intensidade e, aos poucos, será possível entender o seu objetivo em cada situação. A compreensão é o primeiro passo para se libertar do que faz mal.

Muitas vezes, essas lutas que travamos conosco passam despercebidas no nosso dia-a-dia. Por isso a meditação é importante para auxiliar no processo de autoconhecimento, para percebermos como estamos agindo diante daquilo que nos faz mal. Busque identificar e se determine a modificar esses comportamentos que te trazem malefícios. As meditações guiadas são um bom começo caso você ainda não tenha realizado esse tipo de prática. Com o tempo, passe a meditar ouvindo uma música tranquila, sons da natureza ou mantras. Consequentemente, a necessidade do silêncio irá surgir cada vez intensa. Deixe que ela flua e se entregue a ele. Aos poucos, à medida que for se sentindo mais confortável, tire os suportes e torne o silêncio o melhor espaço para meditar.

Com o tempo, o silêncio interior e exterior se tornarão essenciais, auxiliando na conquista da serenidade e do equilíbrio.

Não se deixe levar por sentimentos ou sensações ruins que existem em você. Busque alternativas para supera-los. Se conheça cada vez mais. Curta a sua própria presença, o seu silêncio interior. Desfrute de bons momentos consigo mesmo, seja a sua melhor companhia. E, assim, encontre o sentido da sua vida sendo quem verdadeiramente deseja ser.

 

A semana do autoconhecimento

vipassana

O ano de 2016 foi, para mim, um ano repleto de indecisões. Récem-formada e sem saber por onde caminhar, me senti bastante confusa ao longo desses meses. Algumas vezes, desestimulada, me acomodei; outras, confiante, busquei desenfreadamente possibilidades de realização profissional. Não percebia, no entanto, que o que me faltava era o equilíbrio.

Devido ao estresse e ao desgaste emocional, como era de se esperar, ao final do ano comecei a me sentir cansada e desmotivada constantemente, até que percebi que estava entregando os pontos. Mas, internamente, eu sabia que abandonar as minhas expectativas não era o meu caminho e muito menos aonde eu gostaria de chegar.

Finalmente, decidi dar um basta nessa forma de encarar a situação. Aceitei que vivia um momento difícil, de muitas indecisões e questionamentos, e me mantive confiante de que me permitir viver essa fase era o que me impulsionaria a sair dessa aura de tristeza que me rondava e não me permitia estar em paz. Respeitei o meu momento e compreendi verdadeiramente o seu valor para o meu amadurecimento.

Quando comecei a me sentir melhor e a dar os primeiros passos, deixando para trás aquela onda de desanimo e pessimismo, me veio à cabeça, como um insight, que o que eu mais precisava era de um tempo para mim. Apesar de ter tido muitos momentos sozinha, em nenhum deles eu estive comigo mesma, apreciando a minha própria companhia, aberta a me ouvir e tentar me compreender.

Determinei o prazo de uma semana para que houvesse essa conexão interior e espiritual para me auxiliar a responder as inúmeras perguntas que rondavam a minha mente, sem qualquer cobrança, preocupação ou julgamento.

Essa foi a melhor decisão que eu poderia tomar. Talvez eu nunca tenha vivido uma experiência espiritual tão rica e significante.

A minha rotina espiritual nessa semana se compôs, basicamente, de dois momentos: no primeiro, logo ao acordar, me dedicava a prática de dez minutos de yoga e dez minutos de meditação. Esse tempo era suficiente para que eu estabelecesse esse contato interno inicial. Após essas práticas, já me sentia melhor, mais consciente e presente. No segundo momento, me dediquei a algumas leituras de estudo espírita.

A união entre essas duas práticas espirituais despertou em mim o que há muito eu não sentia: uma confiança em mim mesma e no que está por vir, no que irá chegar a qualquer momento, desde que eu me abra para isso. A minha fé foi fortalecida, pois estudando e me colocando no mundo de forma mais presente e consciente, tive ainda mais certeza de que nada do que vivo é em vão. Tudo tem seu o tempo para acontecer.

Nesse processo, percebi também que era importante me organizar. Coloquei no papel as atividades daquela semana e estabeleci uma rotina diária: todos os dias me sentava e distribuía em uma folha o que fazer naquele dia, e apenas nele, sem me preocupar com o amanhã ou com a próxima semana.

Decidi, também, me afastar das redes sociais, que consumiam grande parte do meu tempo e da minha energia. Afinal, se a proposta era entrar em contato comigo mesma, seria importante eliminar ao máximo as interferências negativas. E posso resumir o meu sentimento em uma palavra: libertação. Senti que estava me desprendendo de algo que me mantinha encarcerada e drenava as minhas energias. Agora, os dias parecem muito mais longos e eu tenho mais tempo para mim e para me dedicar às minhas atividades. Acreditem: perdemos mais tempo do que imaginamos conectados a redes sociais e a realidade “sempre perfeita” que os outros querem mostrar, e nos perdemos cada vez mais de nós mesmos.

Tive vontade, também, de fazer uma limpa no meu guarda-roupas, cômoda e estante. Joguei fora cosméticos fora da validade, embalagens vazias, papéis e inúmeras tralhas que deixei acumular sem nem perceber – isso porque me considero uma pessoa minimalista! – Doei muitas roupas que não usava mais, sem dó. Enfim, desapeguei de objetos materiais que não me faziam falta e estavam apenas estagnando energia, impedindo-a de circular livremente. E a partir daí o processo fluiu ainda melhor.

Ao final dessa semana, me sinto mais renovada, fortalecida e confiante. Confiante em mim, em uma força maior, no que está para chegar e no meu potencial, que é o que irá me impulsionar para ir atras dos meus objetivos. Estou ainda mais firme nos meus propósitos.

Cada instante é precioso demais para desperdiçarmos com coisas banais e sentimentos negativos e autodestrutivos.

Ao fim dessa experiência, gostaria de compartilhar com vocês algumas das conclusões a que cheguei e que foram muito importantes para mim, porque fizeram toda a diferença na minha forma de perceber a vida.

  • Atente-se sempre a você. Comece fazendo isso por alguns minutos e expanda para todo o seu dia.
  • Aceite os momentos difíceis sem se entregar. Aceite verdadeiramente que eles serão importantes para o seu amadurecimento.
  • Dê o primeiro passo. Mesmo que pareça pequeno, ele é o mais importante.
  • Evite a procrastinação.  Não deixe para amanhã o que você pode começar agora. Simplesmente comece.
  • Acredite em você e no seu potencial. Se você ainda não o vê claramente, dê esse tempo a você nesse fim de ano. Se presenteie com o que é permanente e imensamente rico de significado.
  • Siga a sua intuição e o seu coração. Eles sempre sabem o que é melhor para você.
  • Desperte a sua força. Mesmo que escondida, ela está aí, só esperando ser encontrada. Práticas espirituais como a yoga e a meditação ajudam a torná-la mais consciente.
  • Faça planos para o futuro, mas estabeleça metas para hoje. Não deixe para o mês, semana ou ano que vem. Toda hora é hora de (re)começar. Viva no presente e valorize cada instante da sua vida, porque ele é a única coisa que temos efetivamente.
  • Seja você mesmo, com seus defeitos e qualidades, porque você é único e essencial. Parece clichê, mas é muito verdadeiro. Imagine como as coisas funcionariam sem você e se perceba como parte essencial de um todo a sua volta.
  • Viva menos conectado ao virtual e conecte-se mais a você. Evite perder todo o seu tempo em redes sociais se comparando ao que os outros aparentam ser.
  • Tenha fé em você mesmo e em algo maior. Nada e nem mesmo sua vida são obras do acaso.
  • Aceite as mudanças. A vida é constante transformação. Aprenda a seguir o seu fluxo sem resistência, se mantendo sempre firme em seus princípios e objetivos.
  • Julgue menos os outros e a você mesmo. Busque compreender as pessoas em todas as situações e perceba o alívio que essa atitude traz.
  • Organize-se e desapegue dos excessos. Faça disso um hábito. Doe roupas que não usa mais, jogue fora as tralhas que você acumula e não servem para mais nada. Deixe a energia fluir melhor ao seu redor. Isso lhe trará imensa sensação de leveza.
  • Substitua os pensamentos negativos pelos positivos. Exercite a percepção de enxergar sempre o lado positivo de cada situação.
  • Ame-se como você é. Seja você mesmo. Liberte-se do que te prende ao desanimo e a frustração. Deixe aflorar a sua essência e viva com leveza cada instante da sua vida.

O grande dia chegou!

keep-calm-chegou-o-grande-dia-3

O grande dia chegou! Então chegou a hora de revelar a surpresa! Foi tão divertido fazer suspense! E, cá estamos.

A surpresa é essa aqui mesmo: depois de mais um mês pensando, repensando, conversando e preparando tudo, nosso blog está no ar! Diante de todas as afinidades e crescimentos conjuntos, aqui estamos para compartilhar com quem mais quiser estar nessa jornada conosco. Ideias, experiências, sugestões de livros / filmes e tudo mais que puder tocar a alma e expandir os limites da mente.

Há algum tempo tivemos a ideia de criarmos juntas um espaço onde pudéssemos escrever e falar sobre questões relacionadas ao autoconhecimento, crescimento interior e tudo que envolve esse tema, já que temos ideais tão parecidos. E agora, finalmente, depois de amadurecer essas ideias, conseguimos colocar em prática esse projeto!

Fiquem à vontade na nossa casa! Espero que sintam-se acolhidos e que possamos seguir juntos nesse mundo do autoconhecimento.

Se programem: as nossas postagens serão todas as quintas às 20h.

Nos vemos a noite! 🙂