Inspirações da semana [42]

energy-3073847_960_720

Oi, gente!

Hoje é dia de inspirações! 🙂

Vamos lá?

  • Burnout, a síndrome das mulheres superpoderosas ~ Personare
  • 10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira ~ Awebic 
  • Só o amor eleva, por L. de Simplesmente Simples ~ Ser mais feliz
  • Guardando para uma ocasião especial, a grande bobagem ~ minimalizo

Bom restinho de semana pra vocês 😉

Anúncios

Inspirações da semana [41]

Resultado de imagem para inspirações

Oi gente linda, vamos de inspirações?

  • Como a não-ação pode revolucionar a tua vida ~ Ser mais feliz
  • Entrevista: Yoga como aliado na luta contra a bipolaridade ~ Personare
  • 7 maneiras de criar uma vida de onde você não precise escapar ~ CONTI outra
  • [Vídeo] Saia da miséria interior e atraia o que sua alma precisa pela não-mente ~ Gisela Vallin

Ótimo restinho de semana e um final de semana maravilhoso pra você!

Namastê!

🙂

Você tem lembrado da sua máscara de oxigênio?

Resultado de imagem para mascara de oxigenio aviao

Acredito que a maioria das pessoas já deve ter se deparado com a analogia da máscara de oxigênio no avião. A aeromoça explica que em caso de emergência, máscaras de oxigênio cairão à sua frente, e que você deve colocar a sua antes de prestar socorro à pessoa ao seu lado, seja ela quem for.

E não é assim na vida? Precisamos nos “salvar” antes de tentar salvar os outros. Em alguns momentos, é possível, sim, guardarmos um pouco nossos problemas pra ajudar aos outros, mas a verdade é que isso não pode ser feito indefinidamente. Precisamos nos olhar e nos acolher tanto ou mais do que fazemos pelos outros. E em primeiro lugar, inclusive.

Uma pessoa em pedaços, não vai ser capaz de juntar os cacos de outra. Por isso, se colocar em primeiro lugar não é egoísmo. Na verdade é praticamente urgente que façamos isso, porque todos estamos precisando de cura em algum aspecto.

Por isso, jamais se culpe por se olhar e se cuidar. Jamais se culpe por precisar fazer algo por você que você preferia não ter que fazer. Se ame em primeiro lugar! A vida sempre manda sinais do que precisamos no momento. Esteja atento a esses sinais e fique feliz por se ouvir.

Você merece ser curar tanto quanto qualquer outra pessoa.

Namastê!

🙂

Ps: Pessoas de Juiz de Fora, estou abrindo uma turma de yoga. Se alguém tiver interesse pode comentar aqui ou, melhor ainda, me chamar nas redes sociais. \o/

 

Minha transformação pessoal com “O poder do Agora”

tecnica-para-meditar-corretamente-e1502625632412

Eu acredito que existe um momento certo para tudo porque cada vez mais isso tem se comprovado na minha vida.

Por duas vezes eu havia pegado o livro “O poder do Agora” para ler e não conseguia dar continuidade. Nesse contexto, acredito que cada livro também tem o seu momento certo para ser lido e alguns nem sempre cabem em certos momentos da nossa vida. Na terceira vez, há algumas semanas atrás, tinha recém iniciado um Treinamento em Mindfulness e já havia estudado grande parte da teoria que fundamenta o Self Coaching, metodologia própria do IBC – curso que conclui em janeiro deste ano. E dessa vez, claramente, era o momento certo! O livro fez tanto sentido para mim que parecia que eu estava lendo todas aquelas palavras pela primeira vez.

Mas um conceito em especial, que fundamenta a teoria de Eckhart Tolle, é em relação ao sofrimento. A cada pequeno intervalo que tenho pego o livro para ler, e quando li esse trecho estava no ônibus indo para o trabalho – relato isso para mostrar o quanto me marcou, e poderia dizer que instantaneamente passei a enxergar a vida de outra forma. Para situar melhor o conceito, deixo aqui um trecho que explica basicamente o que representa o “poder do Agora”:

Você alguma vez já vivenciou, realizou, pensou ou sentiu alguma coisa fora do Agora? Acha que conseguirá algum dia? É possível alguma coisa acontecer fora do Agora? A resposta é óbvia, não é mesmo?

Nada jamais aconteceu no passado, aconteceu no Agora.

Nada jamais irá acontecer no futuro, aconteceu no Agora.

O que consideramos como passado é um traço da memória, armazenado na mente, de um Agora anterior. Quando lembramos do passado, reativamos um traço da memória e fazemos isso agora. O futuro é um Agora imaginado, uma projeção da mente. Quando o futuro acontece, acontece como sendo o Agora. Quando pensamos sobre o futuro, fazemos isso no Agora. Obviamente o passado e o futuro não têm realidade própria.

(Pág. 53)

Por que o Agora é a coisa mais importante que existe? Primeiramente, porque é a única coisa. É tudo o que existe. O eterno presente é o espaço dentro do qual se desenvolve toda a nossa vida, o único fator que permanece constante. A vida é agora. Nunca houve uma época em que a nossa vida não fosse agora, nem haverá.

(Pág. 52)

E esse foi o trecho que transformou a minha forma de enxergar a vida:

O sofrimento que sentimos neste exato momento é sempre alguma forma de não-aceitação, uma forma de resistência inconsciente ao que é. Aceite, depois aja. O que quer que o momento atual contenha, aceite-o como uma escolha sua. Trabalhe sempre com ele, não contra. Torne-o um amigo e aliado, não seu inimigo. Isso transformará toda a sua vida, como por um milagre.

(Pág. 38)

Juntamente com essa leitura, estou praticando constantemente uma das meditações do Mindfulness, exatamente para me tornar mais consciente e presente no Agora. E desde que comecei a prática, percebo que estou me tornando uma pessoa melhor para mim e para os outros, exatamente por conseguir me manter grande parte do tempo no presente, usufruindo de todas as experiências – sejam elas boas ou não.

Quando vivemos uma vida de forma inconsciente, em outro tempo – passado ou futuro – fugindo do que realmente é, em um embate constante com o presente, estamos nos livrando ou aumentando o nosso sofrimento?

Se tudo o que temos é o Agora, e esse Agora é constituído por todas as nossas escolhas e tudo o que vivemos até esse momento, por que por tantas vezes resistimos ao momento presente?

O sofrimento não existe no presente, assim como no passado que já se foi e no futuro que ainda não aconteceu. O que existe é a não-aceitação do momento. E aceitá-lo é o primeiro passo para eliminarmos definitivamente qualquer sofrimento de nossas vidas.

A aceitação do que é foi o conceito que me levou a enxergar a vida de uma outra forma. Fugir para um tempo que já não existe ou para aquele que não sabemos nem se irá existir nunca foi e nunca será a solução para eliminarmos o sofrimento da nossa vida. É apenas uma ilusão. Estarmos completamente conscientes e presentes no Agora, sim, porque estaremos vivenciando a única coisa que verdadeiramente existe, e somente aceitando para depois agir poderemos traçar metas, estabelecer objetivos ou soluções para os nossos sofrimentos.

Experimente estar completamente presente no Agora por alguns minutos, livre das interferências constantes da mente, em qualquer atividade que esteja realizando – essa é uma proposta do livro. Perceba como essa atitude simples traz uma enorme sensação de plenitude e paz interior.

Leve isso para todas as situações da sua vida e perceba a sua transformação.

Quando nos entregamos ao momento presente, aceitando e nos percebendo em todas as situações, é possível levarmos uma vida muito mais leve e feliz.

Para quem não conhece o livro, recomendo muito a leitura. Os trechos que postei acima são apenas uma pequena parte de toda a reflexão, que é realmente transformadora. Deixo aqui o link para o download em PDF ou EPUB:

http://lelivros.love/book/download-o-poder-do-agora-eckhart-tolle-em-epub-mobi-e-pdf/

Para quem já leu o livro, o que mais te marcou ou auxiliou de alguma forma? E para quem pratica Mindfulness, como tem sido a sua experiência?

Vamos conversar sobre isso! 🙂

 

 

 

Como transformar crenças e ser mais feliz – Colaboração para blog “Ser (ainda!) mais feliz”

joseph-barrientos-22900-unsplash

Oi, gente! Tudo bem com vocês?

No post dessa semana, venho compartilhar uma colaboração que fiz para o blog da Sofia, o Ser (ainda!) mais feliz, que com muito carinho nos convidou para falar sobre felicidade! Falei, então, sobre como transformar crenças e ser mais feliz.

Convido vocês a conhecerem o blog dela, que é também uma grande inspiração para nós!

Obrigada, Sofia, pelo espaço e pelo carinho de sempre! Saiba que é recíproco da nossa parte! ❤

O link para acessar a postagem é esse:

https://aindamaisfeliz.blogspot.com.br/2018/03/como-transformar-crencas-e-ser-mais.html

🙂

 

Inspirações da semana [38]

Resultado de imagem para inspiração

Olá, pessoas lindas!

Prontas para se inspirar? \o/

Aí vai!

  • O silêncio é indispensável para regenerar o cérebro ~ CONTI outra
  • Somos uma geração confusa: o que ser e fazer? ~ Ser (ainda!) mais feliz
  • Quando desejar demais afasta a realização dos seus sonhos ~ Personare
  • “Vende-se tudo”, texto excepcional de Martha Medeiros sobre o desapego ~ CONTI outra
  • #26 Antes de ir às compras, leia este post ~ parece óbvio

Namastê!

🙂

 

Diário de jejum

Resultado de imagem para jejum

Olá, pessoas! Hoje vai ser um post “diferente”. Quero compartilhar com vocês minha primeira experiência com jejum.

Em primeiro lugar, não estou falando de jejum intermitente, porque isso eu faço há um bom tempo sem saber (geralmente como a noite e não me alimento de imediato ao acordar – ou seja, fico pelo menos 12h sem comer na minha rotina diária).

Em segundo lugar, não estou fazendo isso por emagrecimento (quem me conhece sabe que sou magrela hahahaha).

Decidi que queria passar por essa experiência depois de uma conversa sobre o assunto com uma colega. O motivo é sentir o meu corpo, experienciar como fica minha mente quando não atendo de imediato o que ela acha que são necessidades, desintoxicar meu organismo e meditar.

Minha última alimentação foi ontem às 20h. Acordei antes das 8h e demorei um pouco pra começar a sentir fome (como sempre acontece comigo). Tomei meu kombucha (não sei se isso quebraria o jejum, mas… rs) e fui viver meu dia.

Confesso que achei que seria desesperador, que eu não aguentaria, que passaria mal e só pensaria em comida. Tipo “socorro, pelamordedeus, voumorrer” e coisas assim. Não está acontecendo nada disso. Agora são quase meio dia e não estou me sentindo fraca. Estou até muito bem, obrigada! Por volta de 10h tomei um café sem açúcar, depois que vi na internet que não quebra o jejum e ajuda a “suportá-lo”. Estou bebendo muita água! Já tomei 1,5L.

Não sei se é efeito do jejum ou se é só efeito do domingo mesmo, mas sinto uma paz muito gostosa nesse momento. Como é meu último dia de férias, tenho bastante coisa pra fazer/organizar mas estou realizando tudo lentamente e com presença. Está sendo muito gostoso!

Pretendo comer lá pelas 16h e terei completado 20h em jejum. A ideia é tomar suco verde e comer só coisas bem leves até o final do dia. Mais tarde volto aqui para contar mais um pouco. 🙂

São 13:30. Fiz yoga e meditei. Engraçado que estava super tranquila, foi começar a meditar que mil pensamentos vieram e a fome pareceu aumentar. Meditação é essa coisa bem doida. hahaha Os primeiros minutos foram complicados, mas concluí que estar sentada não era tão difícil assim (ontem mesmo fui a um evento de meditação e sentar estava praticamente impossível).

Aos trancos e barrancos continuei. No final das contas acabei meditando dois minutos a mais do que os 15 a que havia me proposto. Com o passar dos minutos, minha mente foi acalmando e os pensamentos diminuíram. Respirar é maravilhoso. Não tive nenhum super insight nem nada parecido, mas é assim mesmo. O importante é persistir.

15:08 e continuo bem. Já nem sei mais se vou mesmo comer às 16h. Comecei a assistir um filme sobre comida depois da meditação e rapidamente percebi que era uma péssima ideia. Meu estômago roncou (e isso não acontecia desde cedo rs) e a fome quis bater. Mudei para “Yoga – arquitetura da paz” e estou plena… uma sensação de união com o todo e uma paz imensas. Agora vou tomar um chá de camomila enquanto faço banho de assento e termino o documentário pra me sentir ainda mais acolhida por mim mesma (também vi que não interrompe o jejum).

16:13. Quebrei o jejum com limão e água à temperatura ambiente. Estou muito bem e vou tomar um suco pra energizar ainda mais \o/

 

 

 

 

 

2 laranjas, 7 acerolas, um pedaço de inhame cru, vários pedacinhos de couve congelada e um pouquinho de água pra bater.

 

 

E assim foi minha primeira experiência com o jejum. 20h e estou viva. Não me senti mal, pelo contrário – senti como se estivesse dando espaço ao meu organismo para que ele pudesse se cuidar (sem ter o gasto energético de ter que digerir algo o tempo todo). Ao mesmo tempo, estou me sentindo muito forte, vi que posso, sim, assumir o controle sobre mim mesma e não ser “enganada” pela minha mente.

Estou feliz!

E você, já fez algum tipo de jejum? Como foi a experiência? Vamos trocar ideias.

Namastê!

🙂

 

Afinal, o que é a simplicidade?

A-MAGIA-DA-SIMPLICIDADE-capa

Falamos muito sobre simplicidade por aqui, principalmente sobre a importância de vivermos uma vida com menos coisas – materiais e emocionais – considerando que o menos é sempre mais. Mas, na prática, o que é ser simples?

Há algum tempo li talvez o melhor livro que já comprei até hoje: “Simplicidade voluntária”, de Duane Elgin. Essa semana decidi, além de reler, fazer um fichamento das partes mais importantes, o que me gerou muitas reflexões.

Muitas vezes, a ideia de simplicidade está relacionada à escassez. Mário Sérgio Cortella, um dos maiores filósofos contemporâneos, tem uma fala muito interessante sobre vida simples. Ele diz (nesse vídeo aqui):

Simplicidade não é sinônimo de carência. Simplicidade é sinônimo de suficiência. Uma vida simples não é aquela na qual haja carência; uma vida simples é aquela na qual haja suficiência. Suficiência de comida, suficiência de afeto, suficiência de socorro de saúde. Nós não podemos confundir abundância com desperdício. Nós não podemos confundir abundância com descarte inútil.

Hoje a sociedade vive aquilo que a gente chama de uma “consumolatria”, uma adoração do consumo, que gera infelicidade em sequência.

Duane Elgin elabora o conceito de  simplicidade voluntária, ou seja, uma simplicidade escolhida, intencional, que busca uma qualidade de vida superior. E diz que ao contrário do que propõe a mídia, o consumismo gera vida de sacrifícios, enquanto a simplicidade proporciona vidas de oportunidade: maior realização no trabalho, mais compaixão pelos semelhantes, sentimento de fraternidade em todas as formas de vida e êxtase por vivermos em um universo vivo. É uma alternativa para vivermos sem stress, excesso de compromissos e a alienação da vida moderna.

Ao listar algumas formas de compreensão da simplicidade, ele diz ainda que muitas pessoas associam-na a regresso, à uma volta ao passado, em que famílias abandonam as suas vidas para viver na roça, em um trailler ou em um barco, sem televisão, computador, banheiro ou carro. Mas a simplicidade consciente nada tem a ver com isso: é uma transformação do nosso modo de viver – o trabalho que fazemos, o transporte que usamos, o alimento que ingerimos, as roupas que vestimos, etc. Essa simplicidade procura melhorar o nosso relacionamento com a Terra, com os semelhantes e com o universo sagrado.

acampamento-e-a-natureza-1

Assim, temos uma definição de simplicidade. Simplicidade é o que nos permite viver com o suficiente, com o que é essencial, abandonando hábitos de consumo destrutivos e nos tornando mais conscientes das nossas escolhas. Para mim, isso é o que faz toda a diferença, porque permite que tenhamos uma vida em harmonia conosco mesmos e com o que nos cerca – a natureza e todos os outros seres vivos.

Nem sempre é simples transformar velhos hábitos, especialmente os de consumo, quando temos apelos o tempo todo nos induzindo a comprar e a viver a nossa vida de acordo com um padrão, seguindo o fluxo de forma automática. Mas a simplicidade nos permite escolher de forma consciente como queremos perceber e viver a nossa vida. Nos permite ser autênticos em uma sociedade que impõe formas ideais de vida.

Portanto, estar consciente é o primeiro passo para uma vida mais simples. A maioria de nós vive ou viveu uma grande parte da vida de forma inconsciente, sem refletir sobre as próprias escolhas e, com isso, vivendo a vida de outras pessoas que não a nossa, nos esquecendo de que somos nós quem temos as rédeas para conduzi-la. Isso se reflete especialmente nas redes sociais, onde muitas vezes expomos aquilo que os outros querem ver, e não aquilo que realmente somos e estamos vivendo.

Sermos autênticos é um grande passo para alcançarmos a felicidade. Precisamos estar sempre em contato interior para que saibamos o que é verdadeiro e essencial para nós, quais são os nossos sonhos, planos, desejos, metas e objetivos. A partir do momento em que buscamos nos conhecer e nos conscientizamos das nossas escolhas, podemos viver de acordo com o que é melhor para nós, abandonando a necessidade de estar sempre buscando atender às expectativas do outro ou fazendo o que dizem ser certo, deixando de lado o caos de uma sociedade que nos exaure de diferentes formas.

Dessa forma, auxiliaremos na reestruturação do planeta que há tanto tempo vem nos pedindo socorro.

E vocês, tem vivido de forma consciente ou estão nesse caminho de busca pela simplicidade? Vamos trocar ideias sobre isso! 🙂