Inspirações da semana [32]

3bce6a77c80dc9419ddfd4bbe703241c

Oi, gente linda! Como vocês estão?

Vamos nos inspirar? 🙂

Bom restinho de semana! 😉

Anúncios

A linha tênue que separa o auto-amor e a auto-aceitação da autossabotagem

Imagem relacionada

Algumas semanas atrás comecei um sadhana de 21 dias (aqui, entenda a palavra como uma prática diária espiritual) que consistia em fazer uma meditação ativa específica de 45 minutos.

Nos primeiros dias estava tudo bem. Até que comecei a sentir raiva. Dos sons, dos movimentos, de quase tudo. Comecei a me questionar o que aquilo significava e se eu deveria mesmo permanecer em uma prática que estava aparentemente me fazendo mal.

Então eu parei. Troquei de meditação e reiniciei os 21 dias. Agora, estou recitando um mantra específico 108 vezes. Dura bem menos do que 45 minutos. E eu voltei pra minha zona de conforto. A verdade é que não existe muita dificuldade para mim em sentar e recitar este mantra (que por sinal é um dos que mais gosto).

Para algumas pessoas pode parecer apenas que eu fiz uma escolha que me deixou mais confortável. Mas quem foi que disse que meditação é pra te deixar mais confortável? Não é. E meditação também não é para “relaxar”.

“Se você sente muita resistência à meditação isso significa simplesmente que no fundo sua mente está alerta a algo que pode acontecer e mudar toda a sua vida. Você tem medo de renascer (…). Meditar nada mais é do que tentar limpar o seu ser, tentar se tornar novo e jovem, tentar ficar mais vivo e mais alerta. Se você tem medo da meditação é porque você tem medo da vida”. (Osho – A música mais antiga do universo)

O que isso quer dizer? Que algo realmente poderia sair daquele sadhana. Inclusive descobri porque sentia raiva. Vi que algumas coisas que decidi logo depois desses poucos dias iniciais vieram como consequência dessa meditação específica.

E é por isso que estou aqui compartilhando essa experiência com vocês. Porque percebi que nem sempre aceitar algumas coisas em nós significa nos amarmos. Algumas vezes significa apenas que preferimos permanecer na nossa zona de conforto, onde já estamos acostumados a estar e onde nada muda.

Por isso quanto mais o tempo passa, mais aumenta minha certeza de que precisamos sempre buscar o autoconhecimento, porque é apenas através dele que vamos perceber se nossa atitude diante de determinadas situações é sinal de auto-aceitação e auto-amor ou se é apenas autossabotagem.

Você já passou por alguma situação que te fizesse pensar sobre isso? Conta nos comentários.

Namastê!

🙂

Feliz ano novo!

Resultado de imagem para mafalda tirinha ano novo

Último dia do ano. Cheio de muitos clichês. Mas me diga: muda alguma coisa pra você? Vamos virar mais um calendário e como você lida com isso? Vai permanecer insatisfeito com a sua vida, apenas reclamando das pessoas e das circunstâncias ou vai começar uma mudança?

A verdade é que nada muda, mas ao mesmo tempo tudo pode mudar. Você sente a egrégora energética dessa virada do ano? Pra mim existe sim uma energia diferente. Por mais que daqui a duas semanas ou um mês muita gente já tenha esquecido das famosas resoluções de ano novo, eu e você podemos ser as pessoas a não deixar essa energia de mudança de lado.

Por isso, a proposta que eu tenho hoje é que você reflita com carinho e com os pés no chão. Veja o que deseja mudar na sua vida, o que deseja mudar em você e comece! Faça um planejamento, divida seus sonhos em metas menores e não desista! 2018 pode ser incrível! Não por ser ano novo, mas por ser um novo você!

Eu já fiz meus planos e estou super animada. Vamos juntos criar uma vida linda?

Feliz 2018! Feliz você novo!

Namastê!

🙂

Inspirações da semana [30]

Resultado de imagem para inspiração

Oi lindezas, tudo bem?

Vamos nos inspirar um pouco hoje? 🙂

Um final de ano inspirador pra todos vocês!

Namastê!

🙂

Sobre auto-aceitação, auto-amor e perdão

7473055711413017

Sempre fui uma extremamente insegura. Tinha medo quase tudo. Na maioria das vezes, quando me pediam para fazer algo, relutava por medo de errar.

Minha autoestima ao longo de toda a vida foi baixíssima. Nunca me achei suficientemente boa para fazer qualquer coisa, por menor e mais simples que fosse.

Foi quando comecei a praticar o auto-amor e o auto-perdão. Compreendi que nem sempre vamos estar prontos para fazer o que quisermos, porque ainda temos muito a aprender ao longo de toda a vida. Mas quando me abri para mim mesma e me permiti mergulhar fundo nas minhas fraquezas – por mais que isso doesse na maior parte das vezes – eu encontrei um espacinho lá dentro onde posso me aconchegar, me sentir acolhida e envolta em muito amor.

Eu, que sempre senti que faltava uma parte minha, hoje me sinto completa. O que faltava era a minha completude. Faltava a aceitação da minha sombra, do meu lado que eu não queria mostrar para o mundo e nem para mim mesma. Hoje, acolho esse lado com amor e perdão.

Olho para o meu passado, marcado de falhas, e consigo compreender uma a uma. Olho para a criança que fui lá atrás e para o que restou dela aqui dentro e sou capaz de perdoá-la por cada desvio, cada atitude intempestiva. E, mais do que isso, sou capaz de amá-la como nunca amei. Durante toda a vida, ela teve uma sede insaciável de amor que não era sanada. Era uma criança triste e amargurada e hoje sorri na maior parte do tempo. Pequenina, às vezes vem ao meu encontro e me abraça apertado pelas pernas. Nos olhamos nos olhos e finalmente somos capazes de nos conectar.

Hoje, somos capazes de nos amar e aceitar como nunca antes conseguimos.

Não tenha medo de ser você por completo, com suas falhas, erros e incoerências. Olhe para dentro sem medo. Mergulhe mais profundo um pouquinho a cada dia e abrace com amor o seu passado e o seu presente. Se perdoe. Se ame. Lembre-se que todo erro tem por trás uma boa intenção. Tudo o que fazemos é com o objetivo de de acertar, nunca de errar. Se erramos é porque ainda somos imperfeitos e falíveis.

Acolha as suas imperfeições e aceite as suas falhas. Mas não se acomode: a nossa liberdade vem quando nos abrimos ao processo de autoconhecimento, nos amamos, acolhemos, respeitamos e transcendemos a existência, buscando sermos melhores. Assim, descobrimos dentro de nós inúmeras potencialidades e uma enorme força que nunca imaginamos possuir.

Vamos falar de Ano Novo e relação com dinheiro?

Resultado de imagem para não tenho dinheiro

Acho que muita gente, quando chega Dezembro, acaba ficando mais introspectiva, refletindo sobre o ano que passou e o que está por vir. Eu sou muito assim! Inclusive isso as vezes me causa até certa ansiedade.

Mas… “segue o baile”! Rs

A verdade é que é muito bom fazermos um balanço, olharmos pra dentro e decidirmos o que vale a pena mudar em nós mesmos. No meio dessas reflexões, cheguei à uma conclusão “interessante”. Estou fazendo um curso sobre finanças e, por isso, tenho refletido bastante sobre a minha relação com dinheiro, consumo, experiências e tudo que, direta ou indiretamente, se relaciona com esses assuntos. Me dei conta que estou sempre reclamando que estou sem dinheiro, que queria fazer a coisa X e não posso, recusando convites por “não ter dinheiro” e por aí vai.

Mas refletindo bastante, me dei conta de que não estou sem dinheiro. Estou apenas definindo o que é prioridade pra mim e uso essa “desculpa” na tentativa de “me justificar” (inclusive pra mim mesma) e não ferir os sentimentos de pessoas importantes pra mim. Mas a verdade é que pra fazer o que eu quero de fato sempre dou um jeito (esse ano, por exemplo, comecei a fazer um curso de formação em yoga e em setembro voltei a nadar – coisa que planeja há meses, mas sempre adiava com a desculpa de não ter dinheiro – sempre a mesma “conversinha” hahahah).

Esses foram apenas dois exemplos. Mas o próprio curso de finanças que citei no início do texto é outro exemplo de investimento que estou fazendo em mim mesma.

Por conta dessas reflexões, resolvi que em 2018 não quero mais dizer “ah, to pobre, não posso” pra deixar de fazer as coisas. Quero ser honesta comigo mesma e com meus amigos. Até porque, se forem de fato meus amigos vão compreender. Ao menos pra mim é super tranquilo quando alguém fala que não está com vontade de fazer algo. Não significa que seja pessoal. Se eu chamar a Marina, por exemplo, pra assistir algum filme relacionado ao universo do Harry Potter ela com certeza não vai. E não teria porque eu ficar chateada.

E vocês, o que pensam sobre essa doideira toda? Faz sentido pra vocês? Será que as pessoas vão compreender? Alguém já aplicou isso na própria vida?

Vamos interagir nos comentários!

Namastê!

🙂

 

Por que optei por um planner para me organizar em 2018?

IMG_20171209_171708379

Durante muitos anos fui uma pessoa bastante desorganizada em vários aspectos, e um deles, primordial, era a organização das minhas atividades e gestão do meu tempo.

Eu era daquelas pessoas que comprava uma agenda nova todo ano e me propunha a fazer diferente e me organizar melhor, mas logo que a euforia inicial passava, acabava desistindo e a agenda ficava em branco pelo resto do ano.

Mas desde que comecei a ler e aprofundar os meus conhecimentos acerca do minimalismo e do desenvolvimento pessoal, passei a repensar o valor que eu dava ao meu tempo.

Temos cada vez mais a sensação de que o tempo escoa pelas nossas mãos sem que percebamos ou que possamos fazer alguma coisa em relação a isso. Nos propomos a fazer inúmeras coisas e não conseguimos, porque os dias parecem não ter nem metade das horas que realmente têm.

Mas quando começamos a tentar viver cada vez mais presentes e conscientes, dando valor a cada momento, cada segundo se torna extremamente valioso. Então, surgiu em mim a necessidade de me organizar quando percebi que isso me auxiliaria a desenvolver os hábitos necessários para alcançar as minhas metas e os meus objetivos.

Li vários blogs sobre minimalismo e organização, conheci diferentes métodos e, finalmente, os adaptei à minha realidade para que eu pudesse gerir melhor o meu tempo.

Comecei a me organizar esse ano com uma agenda tradicional. Ao longo de todo o ano de 2017, semanalmente – aos domingos – sentava durante meia hora para organizar a minha semana, distribuindo as atividades por dia e turno. Assim, tinha um panorama geral de tudo que eu deveria fazer naquela semana. Começava distribuindo as atividades rotineiras – aquelas que faço todos os dias, sem exceção – e depois passava para as específicas de cada dia. E diariamente, geralmente pela manhã, planejava o meu dia, separando as atividades em horários determinados.

Como por exemplo, algumas atividades rotineiras:

Pela manhã

  • Yoga e meditação
  • Leituras espíritas
  • Estudos sobre educação

À noite

  • Montar aula e atividades
  • Ler blogs
  • Ler sobre desenvolvimento pessoal

E algumas atividades específicas para cada dia:

Segunda-feira

  • Regar as minhas suculentas
  • Estudo no centro espírita

Terça-feira

  • Lavar o cabelo

Quarta-feira

  • Fazer unha

E assim por diante.

Essa foi a forma mais simples e mais eficaz para mim, porque me permitia ver de forma geral tudo que eu deveria fazer ao longo da semana, mas o meu foco estava somente nas atividades de cada dia.

Como as agendas tradicionais não possuem a possibilidade de organização semanal, após tentar outras alternativas sem sucesso, acabei optando por colar post its para distribuir as atividades ao longo da semana em um espaço na segunda-feira, mas isso nunca me agradou muito. Decidi, então, que para 2018 investiria em um planner, porque me permitiria fazer a minha organização de forma mais sistemática, menos poluída e muito mais organizada.

Dentre as opções, a que mais me agradou foi a disponibilizada no blog Não me mande flores por ser a mais completa: podemos organizar o ano, a semana e os dias por horários. Além de ser lindo!

comp-diario-semanal-anual-600

Pensei bastante antes de tomar essa decisão, porque comprar ou imprimir um planner não sai muito barato por ter muitas páginas e detalhes. E depois de muito refletir, percebi que esse seria um investimento que me auxiliaria ao longo de todo o meu ano, assim como ter praticado essa forma de organização tanto me ajudou nesse que passou.

Hoje, com esse método, sinto que os meus dias rendem muito mais e que somente por meio dele fui capaz de criar hábitos e disciplina para muitas coisas que nos anos anteriores não conseguia, como a minha rotina diurna de meditação e autoconhecimento, por exemplo. Se eventualmente não consigo planejar o meu dia no papel, acabo deixando de fazer a maior parte do que eu me propus, provavelmente por criar um “volume” mental desnecessário, e acabo me desorganizando ainda mais.

Quando realizamos cada atividade a que nos propusemos, por menor que seja, geramos em nós mais força de vontade para fazer tudo aquilo que determinamos para o resto do dia, o que nos torna mais confiantes e disciplinados.

Por isso, minha primeira dica é: para se organizar mais e aproveitar melhor o seu tempo, escreva no papel e tire do mental tudo aquilo que você planeja. Perceba como você vai se sentir até mais leve!

Além disso, ter as atividades organizadas sistematicamente em horários definidos faz com que tenhamos mais força de vontade para realizar aquilo a que nos propusemos. Com o tempo, as atividades que pareciam difíceis de se tornarem parte da nossa rotina passam a ser essenciais no dia-a-dia porque viram hábitos. E quando escrevemos não há espaço para dúvida, porque tudo que precisamos fazer está ali, registrado no papel, então é só olhar ao longo do dia. 😉

E a segunda dica é: se proponha a fazer isso apenas durante uma semana com o método que melhor se adequar a você, e você já verá muitas diferenças no seu dia-a-dia! E se fizer, depois me conta aqui como foi essa experiência! 🙂